Vertentes do Cinema

Revista da Semana | 16 de setembro de 2021

Estreias e Dicas desta quinta-feira no Vertentes do Cinema

Por Redação

2021. Este editorial vem com um gostinho todo especial. O Vertentes do Cinema comemora nesta sexta, dia 17/09, doze anos de existência. E por causa disso, ganhou um editorial especial. Mais completo. Um balanço-curadoria de memórias vividas e experiências atravessadas. E incluso aqui. A Revista da Semana do Vertentes do Cinema segue resistente e com força para seguir adiante. Um guia, uma curadoria especial, que lista dicas e estreias, nos streaming e nos cinemas. Há curtas-metragens. Nesta semana um vídeo homenagem exclusivo e inédito. Há coberturas de festivais, com seus Tudo Sobre, suas análises e suas críticas. Embarque, aproveite e sinta a energia da sétima arte!

Revista da Semana | 16 de setembro de 2021

CURTA DA SEMANA

12 anos Vertentes do Cinema

12 ANOS DO VERTENTES DO CINEMA

(2021, Brasil, 26 minutos, Documentário, Vídeo-Homenagem ao Vertentes do Cinema) ASSISTA AQUI

Apresentado por Fabricio Duque. Com Cavi Borges, Patricia Niedermeier, Frantz “Franguinho”, Carlos Alberto Mattos, Filippo Pitanga, Vitor Veloso, João Lanari Bo, Frederico Machado, Marco Fialho.


EDITORIAL DE ANIVERSÁRIO: 12 ANOS DO VERTENTES DO CINEMA

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2001 - A Space Odyssey


SAIBA TUDO O QUE ESTÁ ROLANDO NO FESTIVAL DE TORONTO 2021

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Silent Land

PRÓXIMA LIVE

Festival de Toronto 2021


Revista da Semana | 16 de setembro de 2021

EM CASA

Leaving Afghanistan

LEAVING AFGHANISTAN

(Bratstvo, 2019, Rússia, 113 minutos, de Pavel Lungin) CRÍTICA AQUI

1988-1989. O fim da guerra soviético-afegã. A URSS começa sua retirada. O filho do general soviético, um piloto chamado Alexander,  é sequestrado pelo mujahidins após a queda do seu avião. Em um roteiro que sugere uma descida inelutável ao caos – não havia alternativa realista para a retirada do contingente soviético de 100 mil soldados – a âncora narrativa é o piloto que conseguiu se ejetar do seu jato, derrubado por equipamento cedido, é claro, pela CIA: seu pai é o comandante da 108 divisão de blindados, a última a sair do Afeganistão. Disponível na plataforma digital AMAZON PRIME VIDEO.

Voyagers

VIAJANTES: INSTINTO E DESEJO

(Voyagers, 2021, Estados Unidos, 108 minutos, de Neil Burger) CRÍTICA AQUI

Em um futuro onde a raça humana está correndo risco, um grupo de jovens são treinados para não ter emoções e são enviados para o espaço em busca de um novo lar fora da terra. Mas tudo sai do controle quando esses jovens descobrem sentimentos como medo e desejo por poder, e estão dispostos a quebrar todas as regras que foram impostas. Uma parte da narrativa, que faz referência clara à “2001 – Uma Odisséia no Espaço” (1968), que utiliza o mesmo caráter simbólico da tecnologia como parte inicial da dominação e violência generalizada, é um dado substancial da construção do filme. Disponível na plataforma digital AMAZON PRIME VIDEO.

Worth

QUANTO VALE?

(Worth, 2020, Estados Unidos, 118 minutos, de Sara Colangelo) CRÍTICA AQUI

Após os ataques de 11 de setembro, um advogado enfrenta uma batalha ferrenha para criar um fundo de compensação pelas vidas perdidas. Baseado em fatos reais. Feinberg, munido daquela confiança que os advogados exibem na maioria dos filmes hollywoodianos, aparece na sequência despedindo-se da mulher e tomando o trem para o trabalho, em Washington. Michael Keaton, ator versátil, compõe seu personagem com maneirismos controlados, tom de voz ligeiramente presunçoso, mas contemporizador: a agitação da cabine perturba sua audição de algum clássico do canto lírico, seu hobby predileto. Disponível na plataforma digital NETFLIX.

O MAURITANO

(The Mauritanian, 2021, Estados Unidos, Reino Unido, 89 minutos, de Kevin MacdonaldCRÍTICA AQUI

A história real da luta de Mohamedou Ould Slahi (Tahar Rahim) pela liberdade após ficar preso injustamente por mais de uma década. Já sem esperanças, ele conhece a advogada de defesa Nancy Hollander (Jodie Foster), que entra no caso disposta a fazer justiça. Junto a seu associado Teri Duncan (Shailene Woodley), Nancy reunirá provas inéditas que ajudarão a tirar Slahi de trás das grades. Dirigido por Kevin Macdonald e indicado a 5 categorias do BAFTA, incluindo Melhor Filme. Disponível na plataforma digital TELECINE.

O Pássaro Pintado

O PÁSSARO PINTADO

(Nabarvené ptáče, 2019, Eslováquia, República Checa, Ucrânia, 174 minutos, de Václav Marhoul) CRÍTICA AQUI

Durante a Segunda Guerra Mundial, um jovem garoto judeu é enviado por seus pais para viver em segurança com sua tia. Mas quando ela morre, ele tenta voltar para casa e passa a vagar sozinho em um mundo selvagem e hostil, dominado por camponeses supersticiosos e soldados implacáveis. A proposta é direta, uma sucessão de sequências de uma criança polonesa sofrendo, sofrendo e sofrendo. E no meio desse caos desgraçado, a violência generalizada de todos ao seu redor.  Disponível na plataforma digital NOW.

Den skyldige

CULPA

(Den skyldige, 2018, Dinamarca, 88 minutos, de Gustav Möller) CRÍTICA AQUI

O policial Asger Holm (Jakob Cedergren) está acostumado a trabalhar nas ruas de Copenhaguem, mas devido a um conflito ético no trabalho, é confinado à mesa de emergências. Encarregado de receber ligações e transmitir às delegacias responsáveis, ele é surpreendido pela chamada de uma mulher desesperada, tentando comunicar o seu sequestro sem chamar a atenção do sequestrador. Infelizmente, ela precisa desligar antes de ser descoberta, de modo que Asger dispõe de poucas informações para encontrá-la. Começa a corrida contra o relógio para descobrir onde ela está, para mobilizar os policiais mais próximos e salvar a vítima antes que uma tragédia aconteça. Disponível na plataforma digital AMAZON PRIME VIDEO.

Gabriel e a Montanha

GABRIEL E A MONTANHA

(2017, Brasil, 131 minutos, de Fellipe Barbosa) CRÍTICA AQUI

Gabriel Buchmann (o ator João Pedro Zappa) tinha um grande sonho: conhecer a África. Entretanto, mais do que visitar seus pontos turísticos ele desejava conhecer como era o estilo de vida do africano, sem se passar por turista. Desta forma, decide encerrar sua viagem ao mundo justamente no continente, onde se envolve com vários habitantes locais e recebe a visita da namorada, Cristina (a atriz Caroline Abras), que mora no Brasil. Prestes a retornar, seu grande objetivo se torna alcançar o topo do monte Mulanje, localizado no Malawi. Disponível na plataforma digital NETFLIX.

Gaby Estrella

GABY ESTRELLA

(2016, Brasil, 94 minutos, de Claudio Boeckel) CRÍTICA AQUI

Depois do grande sucesso no mundo da música, a adolescente Gaby Estrella (Maitê Padilha) começa a sofrer com a concorrência de um novo ídolo teen, Natasha (Luisa Prochet). Para voltar às paradas de sucesso, ela precisa reencontrar suas origens, na cidade do interior Vale Mirim. Então, com digressões, sequestro, resgates, redenções, reconstituições, lembranças, núcleos corais, o filme atende ao intrínseco propósito, que é divertir por típicas características de seu público. É um filme sobre a descoberta da vida em prol de “um milhão de curtidas-seguidores”. Disponível na plataforma digital NETFLIX.

The Equalizer 2

O PROTETOR 2

(The Equalizer 2, 2018, Estados Unidos, 121 minutos, de Antoine Fuqua) CRÍTICA AQUI

Massachusetts, Estados Unidos. Robert McCall (Denzel Washington) agora trabalha como motorista, ajudando pessoas que enfrentam dificuldades decorrentes de injustiças. Quando sua amiga Susan Plummer (Melissa Leo) é morta durante a investigação de um assassinato na Bélgica, ele decide sair do anonimato e encontrar seu antigo parceiro, Dave (Pedro Pascal), no intuito de encontrar pistas sobre o autor do crime.O diretor de fotografia, Oliver Wood, é conhecido por imprimir uma luz lavada e padrão, sendo o responsável por “Quarteto Fantástico”, Trilogia “Bourne” e o remake de “Ben-Hur”, percebe-se o quão presente ele é nos filmes. Disponível na plataforma digital NETFLIX.

Hidden Figures

ESTRELAS ALÉM DO TEMPO

(Hidden Figures, 2016, Estados Unidos, 127 minutos, de Theodore Melfi) CRÍTICA AQUI

1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA. Disponível na plataforma digital TELECINE.

Tom à la ferme

TOM NA FAZENDA

(Tom à la ferme, 2014, Canadá, 102 minutos, de Xavier Dolan) CRÍTICA AQUI

O jovem Tom (Xavier Dolan) está em depressão após a morte de seu namorado. Ele viaja até o campo para o funeral, mas ninguém da família do falecido sabe sobre sua existência. Por conta das circunstâncias, e do irmão de seu namorado que tenta esconder da mãe a opção sexual do morto, Tom é levado a interpretar o papel de alguém que ele não é, a fim de preservar o segredo. No entanto, a situação se complica e a verdade pode vir à tona a qualquer momento. “Tom Na Fazenda” é um longa-metragem, tipicamente psicológico, que confronta sentimentos e consequências. Disponível na plataforma digital MUBI.

VER MAIS

Em Casa


TUDO SOBRE O FESTIVAL VOLTA AO MUNDO: COREIA DO SUL 2021

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A Empregada


TUDO SOBRE O 2º FESTIVAL DE CINEMA RUSSO 2021

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Festival de Cinema Russo 2021


Revista da Semana | 16 de setembro de 2021

NOS CINEMAS

(Nosso site precisa informar que este editorial apenas segue o protocolo de listar as críticas dos filmes que estrearam, mas nós seguimos nossa campanha de não estímulo às salas escuras #fiqueemcasa e #cinemasaindanão)

Meu Nome é Bagdá

MEU NOME É BAGDÁ

(2019, Brasil, 96 minutos, de Caru Alves de Souza) CRÍTICA AQUI

Bagdá é uma skatista de 17 anos, que vive na Freguesia do Ó, um bairro da periferia da cidade de São Paulo. Bagdá anda de skate com um grupo de meninos skatistas do bairro e passa boa parte de seu tempo com sua família e as amigas de sua mãe. Juntas elas formam um grupo de mulheres pouco convencionais. Porém, Bagdá finalmente encontra um grupo de meninas skatistas, e a sua vida muda completamente. “Meu Nome é Bagdá” é um filme sobre respeito. Sobre permissões de experiências. Sobre o skate ser “a meditação do futuro”. Sobre “as mina” confrontar “os mano” e os deixar acuados.

Filho-Mãe

FILHO-MÃE

(Son-Mother, 2019, Irã, 102 minutos, de Mahnaz Mohammadi) CRÍTICA AQUI

Leila é uma mãe solteira que trabalha duro para sustentar seus dois filhos no Irã em crise. Ela tem a oportunidade de melhorar sua vida financeira, caso aceite o pedido de casamento de Kazem. O problema é que, para se casar, ele exige que ela envie seu filho Amir para longe, pois ele tem uma filha e a tradição desaprova uma jovem compartilhando a casa com seu meio-irmão. Quando Leila é demitida, ela decide aceitar o pedido de casamento. Ela deixa Amir sob os cuidados de um internato, até encontrar uma solução para trazê-lo de volta para casa.

Los Lobos

LOS LOBOS

(2019, México, 95 minutos, de Samuel Kishi) CRÍTICA AQUI

Duas crianças emigram para os Estados Unidos com a mãe. Seus dias passam em um minúsculo apartamento esperando que ela volte enquanto eles têm a esperança de visitar a Disneylândia. A câmera acompanha suas personagens e busca captar a naturalidade do tempo presente, pela perspectiva das crianças, que imaturas ainda por causa da idade, aprendem “na marra” a conviver com o tédio, limitações, regras, impossibilidades e pequenas alegrias (gastronômicas). A família em destaque entende o valor do dinheiro e de que demandam de auto-proteção contra a desumanidade pragmática-robótica da vida hostil, mercenária e imensa (como um mar e/ou uma floresta com “lobos”).

O Outro lado da Memoria

O OUTRO LADO DA MEMÓRIA

(2018, Brasil, 110 minutos, de André Luiz Oliveira) CRÍTICA AQUI

Documentário com cenas de ficção sobre a tentativa de realização do filme Viva o Povo Brasileiro, adaptação do romance homônimo do escritor João Ubaldo Ribeiro. O filme revela o trabalho realizado pelos produtores, diretor/roteirista André Luiz Oliveira e enorme equipe, ao longo de quase uma década (1996 a 2005) de preparação das filmagens do épico até a sua dramática interrupção semanas antes do início das filmagens. É o próprio diretor quem conduz o documentário ao mergulhar no passado em busca de possíveis causas que impediram a realização do seu filme. Nesse percurso investigativo poético/emocional, descobre que as raízes do seu envolvimento com o projeto original são muito mais profundas do que supunha.

Boss Level

MATE OU MORRA

(Boss Level, 2021, Estados Unidos, 101 minutos, de Joe Carnahan) CRÍTICA AQUI

Roy Pulver é um ex-agente das forças especiais que se vê forçado a reviver o dia de sua morte inúmeras vezes. Ele acorda sendo perseguido por assassinos e, de uma forma ou de outra, acaba sempre morrendo no final. Enquanto luta para chegar ao fim do dia com vida, Roy descobre uma mensagem de sua ex-esposa revelando o envolvimento do cientista Ventor nesse ciclo mortal e percebe que a sua família também corre perigo. “Mate ou Morra” tenta brincar com a ideia da “gamificação”, tão defendida por alguns, e encontra um obstáculo grande: fazer um longa parecer um jogo enquanto assume toda sua “tosqueira” tentando conciliar o caráter machão com a comédia e uma trama de ficção científica sem pé nem cabeça.


SESSÃO BAÚ DO VERTENTES

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Recine 2020

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