Balanço Geral da Mostra CineBH 2021

Saiba o que aconteceu no festival mineiro de Belo Horizonte, que durou seis dias com programação intensa

Por Vitor Velloso

A 15ª Edição do CineBH chegou ao seu fim e mostrou que a Universo Produção sabe preparar um evento online com a dinâmica presencial. Desde a abertura, que contou com performances que falavam da necessidade de encontrarmos um lugar no mundo, da resistência em tempos sombrios e de corpos periféricos se erguendo, o festival assumiu a urgência de alguns debates que foram ganhando forma conforme os dias passavam. No debate inaugural, conversaram sobre a Temática “Cinema e Vigilância” e a importância do trabalho da Forensic Architecture.

Com a programação a todo vapor, os debates trataram de mercado cinematográfico, estéticas, coprodução e painéis que expuseram alguns casos de mercado da América Latina e do mundo, além de aulas mestras e rodas de conversa. Já no segundo dia debateram o “O Mercado do Documentário: Visões Contemporâneas”, tratando dos casos nacionais do México, Alemanha e Uruguai. Além de falar sobre as dificuldades de conseguir verba para realizar documentários, a conversa reforçou que a distribuição é ainda mais difícil, mas que existem algumas estratégias que estão sendo utilizadas pelos produtores, realizadores e distribuidores.

Convidados: Dirk Manthey – produtor Dirk Manthey Film | Alemanha Luis González Zaffaroni – Diretor Executivo DocMontevideo/DocSP | Uruguai Marta Orozco – produtora Mart Films | México Mediadora: Gudula Meinzolt – produtora Autentika Films, consultora da Indústria do Festival Visions du Réel, colaboradora Brasil CineMundi | Suíça.

“O documentário contemporâneo vive um período de efervescência cultural, se apresentando como um meio importante para a reflexão e a discussão sobre a sociedade e o mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo em que ocupa, cada vez mais, um espaço importante no mercado audiovisual. Produtores e diretores de programas e eventos que elegeram o documentário como foco, refletem sobre as questões, espaços e alcances que o gênero apresenta na atualidade.”

CineBH 2021 – O Mercado do Documentário: Visões Contemporâneas

O Que Aconteceu na Abertura Oficial do CineBH 2021

Tudo Sobre a 15ª Mostra CineBH 2021

Cinema e Vigilância – Temática da 15ª Edição do CineBH

“Estética da Contravigilância” o segundo debate, focou como uma espécie de resposta ao debate inaugural, levantando possibilidades de enfrentar os grandes sistemas a partir de uma estética que exponha as fragilidades dessa mesma vigilância. A conversa teve propostas bastantes distintas por parte de cada candidato, mas em boa parte do tempo tangenciou-se os grandes monopólios capitalistas e suas ligações explícitas com os Estados dos países centrais. O próprio termo dependente não foi utilizado e toda a discussão política se baseou em uma abordagem estruturalista, quando não pós-moderna. “O capitalismo de vigilância” foi tratado como um novo estágio do sistema econômico e ideológico, porém corresponde a uma reação de mesma “natureza” ao que conhecemos como imperialismo. Apesar de algumas discordâncias internas, o debate seguiu bem com a mediação de Marcelo Miranda.

Convidados Natália Reis – cineasta e pesquisadora | MG Ernesto de Carvalho – cineasta e pesquisador | PE Miguel Antunes Ramos – cineasta e pesquisador | SP Mediador: Marcelo Miranda – curador Mostra CineBH |MG

“Na era do capitalismo de vigilância, marcada por um novo regime de imagens, um dos maiores desafios que se impõem é dar visibilidade aos mecanismos de invisibilização do poder. Como usar os dispositivos de vigilância (câmeras de segurança, imagens de satélite, imagens de drones) e o material por ele produzido para, justamente, produzir filmes que denunciem a sua violência? Como pensar uma estética da contra-vigilância?”

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Cinebh 2021

Já no debate sobre as obras presentes na Mostra Cinemundi, “Do papel para as telas”, os convidados ressaltaram a importância do evento para consolidação de uma série de projetos, que estavam em exibição no festival: “Carro Rei”, “Todos os Mortos” e “A Febre”, para citar alguns, que passaram pela Cinemundi, foram premiados em diversos festivais e agora retornavam com currículos extensos. Muito se debateu sobre co-produções e facilidades que esses acordos geram para produções nacionais, mas a fala de Júlia Murat levantou uma questão que permanecia em aberto: é necessário ter cuidado com a própria ideia da co-produção, já que esses países capitalistas centrais abrem rodadas de negócios com o cinema periférico, para conseguir alguma verve criativa em seus moldes. Algo que já falei aqui em outros textos.

Convidados: Ana Luiza Azevedo (“Aos olhos de Ernesto”) Leonardo Mecchi (“A morte habita à noite”) Sérgio Oliveira (“Carro Rei”) Julia Murat (“A febre”) Sara Silveira (“Todos os mortos”) Paula Pripas (“Desterro”) Mediador: Pedro Butcher – curador CineBH e colaborador Brasil CineMundi.

“Produtores e produtoras que participaram do Brasil CineMundi relatam experiências e trajetórias singulares, desde a formulação dos projetos à estreia em festivais de cinema internacionais. Quais os desafios da produção autoral hoje? Como repensar estratégias diante do estrangulamento das políticas audiovisuais no Brasil? Como pensar o melhor caminho para os filmes a partir das limitações que se fizeram necessárias a partir da pandemia de Covid-19?”

No último debate da Mostra, “Rumos da Exibição e Distribuição de filmes” debateu-se as dificuldades das distribuições e exibições de filmes durante o período da pandemia do Covid-19. A conversa partiu de experiências distintas, de Locarno à Vitrine, tratando tanto dos festivais tendo de lidar com formatos híbridos, quanto das próprias distribuições durante um período onde encontros têm de se manter no campo virtual e a impossibilidade do avanço de certas produções.

Convidados: Felipe Lopes – diretor Vitrine Filmes | Brasil Pamela Biénzobas – programadora Locarno Film Festival (Suiça)| França Paulo de Carvalho – produtor Autentika Films, colaborador Brasil CineMundi | Alemanha/Brasil Mediadora: Ana Paula Sousa – jornalista | Brasil

“A pandemia da Covid-19 trouxe imensos desafios para os setores da exibição e da distribuição. Os espaços fecharam, os festivais migraram para as plataformas, as receitas das salas de cinema despencaram. A distribuição, por sua vez, precisou repensar todo seu planejamento, adiar estreias e se reprogramar. Ao mesmo tempo, presenciamos a explosão dos serviços de streamming. Como o mercado está se organizando? É possível repensá-lo? Quais os rumos e estratégias de exibição e distribuição de filmes? O que esperar do mercado audiovisual?”


RODAS DE CONVERSAS DO CINEBH 2021

Encontro com os Realizadores | Sessão “Brasil de Agora”

A efervescência política e social do Brasil tem sido combustível para as mais variadas maneiras de expressão dos artistas e criadores no audiovisual do país. Por sua natureza mais breve e pelo histórico de invenção que o formato tem, o curta-metragem tem sido ambiente propício a provocações, reflexões e confrontos diretos com a situação nacional.

Convidados: diretores da sessão de curtas “Brasil de agora” JEAN, cineasta “Afetadas” | PE Thiago Foresti, cineasta “Algoritmo”|DF Ian Capillé, cineasta “Bicho”|RJ Victor Hugo Fiuza, cineasta “Medo da Chuva em Noite de Frio”|RJ Mediadora: Maria Trika – crítica de cinema |MG (a confirmar)

Baixo Centro

Na poesia de Vidigal o encontro entre a arte, a loucura e o mais íntimo dos afetos. Para conhecer uma cidade é preciso reconhecer os corpos e lutas que atravessam sua história.

Cris Ventura – diretora do filme “Amador” | MG Participação especial: Louise Du Brasil – multiartista, idealizador e roteirista conjunta de “As menor da redução”| MG Mediadora: Paula Kimo – curadora da Mostra A Cidade em Movimento | MG

Bate-papo sobre o filme em processo “Fala, Cassandra”

Reunindo um grupo de atores para encenar uma montagem do texto “Agamêmnon”, de Ésquilo, Miguel Antunes Ramos investiga, em seu novo filme, os efeitos do desaparecimento de uma atriz no meio dos ensaios de um novo espetáculo. Ainda em finalização, o filme propõe uma reflexão sobre os processos de apagamento do poder e a onipresença das imagens de vigilância na sociedade contemporânea.

Convidado: Miguel Antunes Ramos – cineasta |SP Mediador: Francis Vogner dos Reis – curador Mostra CineBH |SP

Mátria Amada

O que resiste entre o lugar social da mulher e o papel estruturante do ser mãe? A sessão organiza filmes que colocam em contraste o desejo e a obrigação do amor parental, trazendo pontos de ruptura e quebra desse sistema masculinamente organizado.

Breno Mesquita – diretor e produtor – filme CASA NÚMERO ZERO Franco Dafon – diretor e ator e Renata Victoriano – diretora e roteirista, – filme ELA, DORA! Haendel Melo – diretor e roteirista – filme SESSÃO 27 Leo Ayres – diretor e roteirista – filme AURORA Rafael Bacelar – diretor e Ju Abreu – atriz e produtora – filme CONSELHEIRA Participação especial:Luciana Brandão – multiartista, Coletivo MAM – Movimento Arte na Maternidade| MG Mediadora: Paula Kimo – curadora da Mostra A Cidade em Movimento | MG

Encontro com os Realizadores Pedro Tavares e Fábio Andrade

Dois realizadores brasileiros discutem a utilização de formas várias de registro para construírem suas poéticas: câmeras internas, vigilância e olhares próximos ao “testemunho” são apropriados pelos diretores para transmitirem suas poéticas e narrativas.

Pedro Tavares, diretor do filme “Cena do crime” | RJ Fábio Andrade, diretor do filme “Construção de uma vista” | RJ Mediador: Marcelo Miranda – curador Mostra CineBH |MG

CONTRAPODER

As forças do capital aliadas à máquina do estado seguem traçando planos de destituição e subtração das vidas. Até quando vamos nos perguntar “até quando”? A sessão organiza filmes que nos convocam a resistir e operar contra esse poderio.

Antônio Beirão Xavier – diretor – filme OPÇÃO DO TOMO Eduardo DW (diretor) e Álvaro Starling – diretor – filme CIDADE ANALÓGICA Fernando Moreira – diretor – filme [O VAZIO QUE ATRAVESSA] Pedro Gonçalves Ribeiro – diretor – filme O RESTO Sávio Leite – diretor e roteirista e Arthur B. Senra – diretor e montador- filme DINHEIRO Participação especial: Carolina de Moura – defensora dos Direitos Humanos e da Natureza, Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela | MG Mediadora: Paula Kimo – curadora da Mostra A Cidade em Movimento | MG

Show Case | Por Onde Anda Makunaíma?

Através da parceria com o Projeto Paradiso, será realizada uma ação do programa Paradiso Multiplica com a exibição de “Por onde anda Makunaíma?”, de Rodrigo Séllos e a apresentação do showcase sobre o filme a ser realizada pelo diretor. A proposta é abrir uma janela para o compartilhamento da experiência no processo de realização do filme e seu conhecimento em ações de formação e mercado.

Filme: POR ONDE ANDA MAKUNAÍMA?
Documentário, 2020
Direção: Rodrigo Séllos Coprodução: Platô Filmes (RR) e Boulevard Filmes (SP) Convidados: Jaider Esbell– artista, escritor e produtor cultural indígena da etnia Makuxi Rodrigo Séllos – cineasta Mediadores: Marcelo Miranda– curador Mostra CineBH Rachel do Valle – gerente de programas do Projeto Paradiso

TEM DIFERENÇA

Uma cidade, um bairro ou uma escola traduzem a história de um país ainda colonial, permeado por contrastes e violências raciais e institucionais. A sessão nos convida a relacionar espaços e posicionamentos políticos que buscam intervir nessa realidade.

Lipe Canêdo – diretor e Fr4ad – diretor e roteirista – filme UM DE VERMELHO E UM DE AMARELO Luciana Cezário – diretora – filme A ÚNICA COISA QUE ENTENDO COMO NORTE É A LIBERDADE Matheus Moura – diretor e roteirista – filme DITADURA ROXA Stanley Albano – diretor e roteirista – filme MORDE & ASSOPRA Participação especial:Luana Costa, educadora | MG Mediadora: Paula Kimo – curadora da Mostra A Cidade em Movimento | MG

SINGULAR

Olhar a cidade é sentir os versos cantados pelas pessoas e personagens que praticam seu cotidiano. Escutar a cidade, experimentar seus movimentos, imaginar aquilo que se passa em cada uma das janelas luminosas acesas ao cair do dia.

Guilherme Jardim – diretor e roteirista e Vinícius Fockiss – diretor e roteirista- filme DOIS Larissa Muniz – diretora, roteirista e montadora – filme EU VI NOS SEUS OLHOS, DA JANELA, EU VI, QUE ERA O FIM Samuel Quintero – diretor, roteirista e produtor e Lucas Rocha Salgado – roteirista – filme URDIDO Thiago Monteiro – diretor, roteirista, produtor, montador e ator e Kelly Crifer – diretora e atriz – filme ESCORRE Wend Fernandes – diretora – filme Coletivo Participação especial: Carla Italiano, Pesquisadora e programadora | MG Mediadora: Paula Kimo – curadora da Mostra A Cidade em Movimento | MG.


ENCERRAMENTO E PREMIAÇÃO CINEMUNDI 

Carro Rei

A cerimônia de encerramento da 15a CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e do 12o Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting foi realizada na noite de domingo, 3 de outubro, com o anúncio dos projetos vencedores do programa de coprodução transmitido pelo site www.cinebh.com.br. Após a cerimônia, encerrando a programação, na Sessão Brasil CineMundi, foi realizada a exibição do longa-metragem “Carro Rei”, produção pernambucana dirigida por Renata Pinheiro.

O projeto na categoria Em Desenvolvimento/ Horizonte e vencedor do prêmio dado pelo Júri Oficial foi “O Segredo de Sikán” (MG/BA), com direção de Everlane Moraes e produção de Fernanda Vidigal, da empresa produtora Carapiá Filmes. O projeto levou o Troféu Horizonte e ganhou prêmios dos parceiros da 15a CineBH e do 12o Brasil CineMundi: CTAv (empréstimo de câmera Black Magic e acessórios por quatro semanas), DOT (R$ 15.000 em serviços de finalização) e MISTIKA (R$ 15.000 em serviços de pós-produção), Parati Filmes (800 euros em serviço de tradução de roteiros – português para francês), Prêmio Edina Fujii – Naymovie (R$ 15.000 em serviços de locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria).

O júri, formado por Laís Bodanzky, diretora, roteirista e produtora; Fernanda Rennó, diretora de distribuição e produtora da Fidalgo Film; e Davide Oberto, curador e consultor do Torino Film Lab, justificou a escolha: “É um projeto que trata do fantástico, que tem uma ousadia na narrativa, que colocou Cuba, Brasil e Nigéria juntos e transportou-se para o nordeste brasileiro, o corpo da sua ideia para a própria cidade, com personalidade, vontade e criatividade da realizadora, representando muito a qualidade e a diversidade da cinematografia brasileira”.

COOPERAÇÃO E INTERCÂMBIO

O projeto “Mãe Coragem” (SP), de Renata Jardim e Thiago B. Mendonça, com produção de Renata Jardim, venceu o World Cinema Fund (consultoria e mentoria intensivas para desenvolver uma estratégia completa em Design de Audiência) por se apresentar como “um documentário que nos revela elementos desconhecidos e urgentes, que move emoções e nos ajuda a compreender a história atual do Brasil remontando ao passado, num filme de muito potencial cinematográfico”.

O projeto “Saudade Fez Morada Aqui Dentro” (BA) com direção de Haroldo Borges e produção de Paula Gomes, Ernesto Molinero e Marcos Bautista, ganhou o Prêmio Forte Filmes – Kuarup (acordo de distribuição para filme de longa-metragem, assessoria de imprensa e valor total de R$ 30.000, em parceria com a empresa de assessoria Fato Relevante) por “ser um filme surpreendente, pelas atuações, pelo tema, fotografia e pela enorme sensibilidade”.

“Palimpsesto” (MG), de André Di Franco, Lipe Canêdo e Luiz Malta, com produção de André Di Franco, Barbara Ferreira e Samuel Quinteiro, venceu o Prêmio Conecta (para participar do Conecta – International Documentary Industry Meeting da próxima edição do Chiledoc) e o Prêmio DocSP (para participar das Rodadas de Negócios na próxima edição do DocSP, em 2021), por se tratar de um projeto que “comoveu por sua reflexão e respeito pela memória do país e do continente, através de um tratamento tão atrativo quanto provocador” e que “traz um risco na abordagem e na narrativa para falar de um incêndio num museu e refletir a fragilidade da memória”.

O projeto “Nada a Fazer” (RJ), com direção de Leandra Leal e produção de Carol Benjamin, Leandra Leal, Maria Barreto e Rita Toledo, também levou prêmios: DocMontevideo (participar dos Meetings e do Workshop na próxima edição do DocMontevideo, em 2022); e CTAV, Naymovie e DocBrasil Meeting, por ser “um exercício criativo que nasce na pandemia e traz a relação de uma mãe e sua filha, suas vidas na arte e o desafio de montar uma peça de Samuel Beckett para refletir sobre o ser humano, a família e o contexto da cultura no Brasil atual” e por “atingir o centro de questões existenciais complexas e promete uma exploração ousada das linguagens do cinema e do teatro e uma visão generosa das relações intergeracionais”.

O Prêmio CTAV Foco Minas foi para “Sal na Ferida” (MG), dirigido por Felipe Vignoli e Francisco Cavancalti e produção de Renan Távora Soares, enquanto “A Estranha Familiar” (CE), de Natália Maia e produção de Luciana Vieira, ficou com o Prêmio Encuentros Biobiocine (encontro da indústria do BioBioCine Festival Internacional de Cinema).

Por fim, o projeto “Assexybilidade” (RJ), de Daniel Gonçalves e produção de Daniel Gonçalves e Roberto Berliner, ganhou o Prêmio Nuevas Miradas; e “Diabos de Fernando” (PE), de Caio Dornelas e produção de Carla Francine, ficou com o Prêmio MAFF (Málaga Festival Fund & Co-production Event).


VENCEDORES DO 12º BRASIL CINEMUNDI

Prêmio World Cinema Fund

MÃE CORAGEM (SP)

Direção: Renata Jardim e Thiago B. Mendonça | Produção: Renata Jardim | Empresa Produtora: Memória Viva Produção de Imagem e Texto

Prêmio Forte Filmes – Kuarup

SAUDADE FEZ MORADA AQUI DENTRO (BA)

Direção: Haroldo Borges | Produção: Paula Gomes, Ernesto Molinero e Marcos Bautista | Empresa Produtora: Plano 3 Filmes

Prêmio Conecta e Prêmio DocSP

PALIMPSESTO (MG)

Direção: André Di Franco, Lipe Canêdo e Luiz Malta | Produção: André Di Franco, Barbara Ferreira e Samuel Quinteiro | Empresa Produtora: Quarteto Filmes e Almôndega Filmes

Prêmio DocMontevideo

NADA A FAZER (RJ)

Direção: Leandra Leal | Produção: Carol Benjamin, Leandra Leal, Maria Barreto e Rita Toledo | Empresa Produtora: Daza Filmes

Prêmio CTAV, Naymovie e DocBrasil Meeting

NADA A FAZER (RJ)

Direção: Leandra Leal | Produção: Carol Benjamin, Leandra Leal, Maria Barreto e Rita Toledo | Empresa Produtora: Daza Filmes

Prêmio CTAV Foco Minas

SAL NA FERIDA (MG)

Direção: Felipe Vignoli e Francisco Cavancalti | Produção: Renan Távora Soares |

Empresa Produtora: Gangorra Filmes

Prêmio Encuentros Biobiocine

A ESTRANHA FAMILIAR (CE)

Direção: Natália Maia | Produção: Luciana Vieira | Empresa Produtora: Orla Filmes

Prêmio Nuevas Miradas

ASSEXYBILIDADE (RJ)

Acsexybility | Direção: Daniel Gonçalves | Produção: Daniel Gonçalves e Roberto Berliner | Empresa Produtora: SeuFilme

Prêmio MAFF | Projeto Paradiso

DIABOS DE FERNANDO (PE)

Direção: Caio Dornelas | Produção: Carla Francine | Empresa Produtora: 9 Oitavos

Prêmio do Júri Oficial

O SEGREDO DE SIKÁN (MG/BA)

Direção: Everlane Moraes | Produção: Fernanda Vidigal | Empresa Produtora: Carapiá Filmes

 

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