Paddington

10 filmes baseados em livros infantis que ganharam uma adaptação à altura

Uma lista para comemorar o Dia Nacional do Livro Infantil

Por Redação

Hoje é o Dia Nacional do Livro Infantil. A data escolhida para celebrar é porque, em 18 de abril de 1882, nascia o escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. Criado pela Lei no 10.402, de 8 de janeiro de 2002: “Art. 1o Fica instituído o Dia Nacional do Livro Infantil, a ser comemorado, anualmente, no dia 18 de abril, data natalícia do escritor Monteiro Lobato”. E para festejar em grande estilo, nosso site preparou uma lista com filmes que receberam uma adaptação digna de suas obras. Vamos lá! Conhecer, assistir e ler!

Meu Pe de Laranja Lima

MEU PÉ DE LARANJA LIMA (2012, Brasil, 99 minutos, de Marcos Bernstein)

Zezé (João Guilherme de Ávila) é um garoto de oito anos que, apesar de levado, tem um bom coração. Ele leva uma vida bem modesta, devido ao fato de que seu pai está desempregado há bastante tempo, e tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que, um dia, conhece Portuga (José de Abreu), um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo. “Meu Pé de Laranja Lima” busca a mesma simplicidade nostálgica do livro homônimo escrito por José Mauro de Vasconcelos em doze dias no ano de 1968, e serviu de experiência pessoal para retratar o choque sofrido na infância com as bruscas mudanças da vida. Precisamos abrir um parênteses para que possamos divagar. Traduzir fielmente o estágio da simplicidade não quer dizer que tenha que ser simplista, tampouco fútil e ou inconsistente. A trama aborda questões complexas, delicadas, existenciais e sentimentais pelo equilíbrio narrativo. Leia a crítica AQUI!

10 filmes baseados em livros infantis que ganharam uma adaptação à altura

Menino Malquinho

MENINO MALUQUINHO – O FILME (1995, Brasil, 91 minutos, de Helvécio Ratton)

Um filme infantil brasileiro de 1995 dirigido por Helvécio Ratton e produzido por Tarcísio Vidigal, baseado no livro infanto-juvenil do cartunista Ziraldo. Maluquinho (Samuel Costa), um menino travesso da classe média, adora brincar e pregar peças nos amigos, mas sofre quando seus pais se separam. Mas aí aparece o Vovô Passarinho (Luiz Carlos Arutin), que o leva para umas férias na fazenda, onde vive agitadas aventuras e aprende lições valiosas sobre a estrada da vida. “Uma Professora Muito Maluquinha” baseia-se na obra literária de Ziraldo (Alves Pinto), que Ziraldo escreveu após “Menino Maluquinho”, de 1994, seu maior sucesso editorial. Leia a crítica AQUI!

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Le Petit Nicolas

O PEQUENO NICOLAU (Le Petit Nicolas, 2010, França, 90 minutos, de Laurent Tirard)

Baseado na história infantil homônima francesa de René Goscinny, 29 de março de 1959, “O Pequeno Nicolau” transpassa os quadrinhos à tela do cinema. A narração, pela visão do protagonista, aprofunda com humor equilibrado. Não há a tentativa de exceder a graça. “Boletim não é divertido para ninguém”, diz-se. As cores fornecem ao espectador um conto lírico e fantasioso, mostrando com precisão as viagens imaginárias de seus personagens. Nicolas absorve conhecimentos. Ele tenta entender as manias dos pais, as suas próprias, a de seus amigos. O pequeno vê o que acha que está vendo. Para a formação desse saber, ele busca aceitar ideias próximas como se fossem suas. E perde-se na própria epifania infantil. Se o pai trata a mãe com carinho, ele logo pensa “Minha mãe vai ter um irmãozinho”, porque foi assim que aconteceu com seu colega de escola. As divertidas aventuras do Pequeno Nicolau, um menino igual a muitos outros, são narradas com humor perspicaz por Goscinny, o inesquecível autor do Asterix. Leia a crítica AQUI!

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Hugo

A INVENÇÃO DE HUGO CABRET (Hugo, 2011, Estados Unidos, 128 minutos, de Martin Scorsese)

Baseado no livro “The Invention of Hugo Cabret”, juvenil, escrito pelo norte-americano Brian Selznick. Hugo Cabret (Asa Butterfield) é um menino de 12 anos que vive escondido em uma estação de trem na Paris dos anos 30, onde cuida da manutenção de gigantescos relógios, função anteriormente exercida por seu tio desaparecido (Ray Winstone). À noite, usando peças de brinquedos que ele furta de uma loja da estação, o menino tenta consertar um autômato, única lembrança que herdou do pai, para desvendar um enigma. Seus planos, porém, correm perigo quando ele é descoberto pelo dono da loja e pela curiosa Isabelle (Chloë Grace Moretz).  “A invenção de Hugo Cabret” só corrobora a magia que imprime em seus filmes de Martin Scorsese. O longa-metragem faz “viajar” pela invenção do cinema e pela história da vida de Georges Méliès, um cineasta francês, mestre do ilusionismo, que uniu o surrealismo com a possibilidade de eternizar sonhos projetados. Leia a crítica AQUI!

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The Little Prince

O PEQUENO PRÍNCIPE (The Little Prince, 2015, França, 107 minutos, de Mark Osborne)

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, famoso trecho do livro infanto-juvenil francês “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry (publicada em 1943 nos Estados Unidos), é sobre as parábolas metafóricas, poéticas e altamente filosóficas dos sentimentos e questionamentos do mundo o qual habitamos, e que se transforma em filme em nova versão de gênero animação nas mãos do americano Mark Osborne (de “Hop – Rebelde Sem Páscoa”). Uma garota acaba de se mudar com a mãe, uma controladora obsessiva que deseja definir antecipadamente todos os passos da filha para que ela seja aprovada em uma escola conceituada. Entretanto, um acidente provocado por seu vizinho faz com que a hélice de um avião abra um enorme buraco em sua casa. Curiosa em saber como o objeto parou ali, ela decide investigar. Logo conhece e se torna amiga de seu novo vizinho, um senhor que lhe conta a história de um pequeno príncipe que vive em um asteróide com sua rosa e, um dia, encontrou um aviador perdido no deserto em plena Terra. Leia a crítica AQUI!

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Fantastic Mr. Fox

O FANTÁSTICO SR. RAPOSO (Fantastic Mr. Fox, 2009, Estados Unidos, 88 minutos, de Wes Anderson)

Em paralelo a transformação translinear de uma ponta a outra, de um estágio parado a uma movimentação acorda o catatônico e fornece a ele uma adrenalina exacerbada. Com isso temos personagens em constantes mudanças de humor. E é esse o “truque” escolhido para ser realizado a animação baseada no clássico infantil “O Fantástico Sr. Raposo”, de Roald Dahl. O Sr. Raposo (George Clooney), a Sra. Raposa (Meryl Streep) e seu filho vão morar em uma árvore, localizada em uma colina. Lá eles têm como vizinhos o Coelho (Mario Batali), o Texugo (Bill Murray) e a Doninha (Wes Anderson), entre outros animais, todos com suas respectivas famílias. O Sr. Raposo prometeu à esposa que deixaria a vida de roubos de galinhas, já que ela estava grávida. Desde então ele iniciou uma respeitável carreira de colunista de jornal. Porém, a proximidade do novo lar com as fazendas de Boggis (Brian Cox), Bunce (Hugo Guinness) e Bean (Michael Gambon) faz com que volte à velha vida, às escondidas. Só que logo o trio de fazendeiros se une para capturá-lo. Leia a crítica AQUI!

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O Menino no Espelho

O MENINO NO ESPELHO (2013, Brasil, 78 minutos, de Guilherme Fiúza Zenha)

No livro “O Menino no Espelho”, o autor brasileiro Fernando Sabino nos conta sobre sua infância em Belo Horizonte, na década de 20. Com sotaque mineiro, a criança Sabino nos narra de maneira bem fantasiosa todo o seu mundo imaginário e simples. No filme, com título homônimo, de Guilherme Fiúza Zenha, Fernando (Lino Facioli) é um garoto de 10 anos que está cansado de fazer as coisas chatas da vida. Seu sonho era criar um sósia, que ficasse com estas tarefas enquanto ele poderia se divertir à vontade. Até que, um dia, é exatamente isto que acontece, quando o reflexo de Fernando deixa o espelho e ganha vida.

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Miss Peregrine's Home For Peculiar Children

O LAR DAS CRIANÇAS PECULIARES (Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children, 2016, Estados Unidos, 123 minutos, de Tim Burton)

Baseado no primeiro livro da trilogia, “Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children – O Lar das Crianças Peculiares de Miss Peregrine” – que ainda conta com as sequências “Cidade dos Etéreos” e “Biblioteca de Almas”, do escritor americano Ransom Riggs (que pelas palavras de Tim Burton: “Vocês têm certeza de que não fui eu quem escreveu esse livro? Parece algo que eu teria feito”), o longa-metragem imerge o espectador em uma “colagem” que busca abrigo na fantasia de “Peter Pan” (o loop que dura apenas vinte e quatro horas – quase “O Dia da Marmota” presente no filme “Feitiço do Tempo”, de Harold Ramis – retardando o crescimento temporal das crianças geneticamente “mutantes” e que adquiriram poderes especiais. Após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que “ela contará tudo”. Leia a crítica AQUI!

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A CONVENÇÃO DAS BRUXAS (The Witches, 1990, Reino Unido, 91 minutos, de Nicolas Roeg)

Baseado em “As Bruxas” (The Witches) livro do britânico Roald Dahl (1916 – 1990), o filme tornou-se cult entre os cinéfilos noventistas por passar na Sessão da Tarde da Rede Globo. Após a morte do pai, Luke (Jasen Fisher), 10 anos, é levado por sua avó (Mai Zetterling) para um hotel na Inglaterra. Lá o garoto descobre que um grupo de bruxas está fazendo uma convenção e que pretendem transformar todas as crianças do mundo em ratos. Descoberto, ele acaba virando um roedor junto com outro garoto, mas não desiste de parar o plano da senhorita Eva Ernst (Anjelica Huston), a líder da convenção das bruxas.

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Paddington

AS AVENTURAS DE PADDINGTON (Paddington, 2014, Reino Unido, 95 minutos, de Paul King)

Personagem fictício da literatura infantil, Paddington apareceu pela primeira vez em 13 de outubro de 1958 no livro infantil A Bear Called Paddington e já foi apresentado em mais de vinte livros escritos pelo autor britânico Michael Bond. Paddington (voz de Ben Whishaw) foi criado na floresta do Peru pelos tios Pastuzo (voz de Michael Gambon) e Luzy (voz de Imelda Staunton), mas um terremoto acaba separando o trio. Diante disto, o pequeno urso é enviado pela tia para Londres, local onde mora um explorador que visitou o Peru décadas atrás. Paddington faz a viagem clandestinamente e, ao chegar, acaba indo para uma estação de trem. Lá ele conhece a família Brown, que decide ajudá-lo a encontrar o tal explorador. Só que a vida na civilização e entre humanos não é tão simples assim. Em 2017, o Paul King realizou a continuação em “Paddington 2”. Leia a crítica AQUI!

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