Gabriel Silveira

Gabriel Silveira

Fazer cinema para gritar todo grito que há de ser gritado. Para ver o mundo e projetar meu peito. Falar da minha terra como quem fala do arroz e feijão da dona Rosa. Projetar meus amores como quem não pode mais sufocar. Vejo o cinema como quem tira a forca do pescoço. Vejo meus anseios e meus poetas numa tela e através de uma objetiva. O mundo da tela já me salvou da pena e, por consequência, o meu dever é fazer o mundo ser mundo a partir da tela.
Críticas

Rafiki

É pau, é pedra, é o fim do caminho