Murilo Araújo Rosa, nasceu em Brasília, 21 de agosto de 1970, é ator. O início de seu envolvimento com o mundo das artes deu-se em Brasília, quando desistiu da Faculdade de Educação Física e foi cursar Artes Cênicas. Estreou na extinta Rede Manchete com a novela 74.5 – Uma Onda no Ar. No cinema participou de “Olga” e “Orquestra dos meninos”, entre outros. Atualmente faz par com Ana Paula Arósio em “Como esquecer”.

VC: Você escolhe os filmes baseando-se na crítica?
MR: Rapaz, a crítica é importante. Eu acompanho quando gosto e respeito o crítico. Tem pessoas de jornal que eu gosto, não só crítico, mas aquele que dá opinião sobre cinema. Eu admiro. Quando diz alguma coisa, eu vou conferir. Os amigos me influenciam mais na escolha dos filmes. A crítica especializada às vezes gosta de um tipo de filme. E eu gosto de todos os ciclos. Eu vou ver desenho com meu filho, eu vou ver desenho sozinho, ver “O homem aranha”, ver um filme francês. Eu me alimento dessas possibilidades, desse universo. E o critico, nem todos, tem uma visão mais sofisticada ao que é cinema.
VC: Como funciona a sua escolha: pelo todo ou prefere elementos cinematográficos (roteiro, fotografia etc.)?
MR: A história é o elemento mais importante.
VC: Qual foi o último filme que assistiu no cinema?
MR: Eu tô numa pauleira de trabalho. O último foi “Karatê Kid” com a minha sobrinha. Eu dormi. Não porque não gostei, mas porque estava muito cansado. E eu fui ver “A origem” duas vezes e dormi as duas vezes (risos). Ela viu (ele aponta para a sua esposa Fernanda Tavares) viu eu dormindo. O mais aguardado é esse “Como esquecer”, que eu ainda não vi, sendo a minha primeira exibição.
VC: OBRIGADO!

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