Mostra Sesc de Cinema 2019: Segundo e Terceiro dias

O Segundo Dia

Por Fabricio Duque

Todo e qualquer festival de cinema não se faz sem a imprensa. A Mostra Sesc de Cinema 2019 foi cuidadoso em “importar” críticos dos veículos Plano Aberto; Alagoar; Cinema Escrito; Plano-Sequência; Cine Bangalô; IMS RJ; Cinematório; Volts; Cinerama; Papo de Cinema; Elviras; Cenas de Cinema; Cineplayers; e nosso site de todo dia e todo lugar Vertentes do Cinema.

Em seu segundo dia, domingo, o tempo firmou e o calor aumentou. Muito. A ponto de muitos sentirem na pele, fisicamente, o clima seco. Mas não atrapalhou em nada a Mostra que continuou irretocável. A programação iniciou-se às 10h com a Mesa especial: Processo Curadoria da 3ª Mostra Sesc de Cinema (leia tudo o que aconteceu AQUI).

Na Unidade Santa Rita, o dia representou retrospectivas, com destaque para o filme paulista “Escolas em Luta”, que nos estimula a lutar por nossos direitos com apuro técnico da imagem.

No Cinema da Praça, a exibição dos Panoramas Infantil e Norte 1, este com os filmes “O Céu dos Índios” (AM); “Vozes da Memória” (RO); “Francisco” (AC); “Chamando os Ventos“(PA).

A cineasta Adélia Sampaio recebeu a homenagem com a exibição de “Amor Maldito(crítica Aqui). No final da sessão aconteceu um bate-papo com a realizadora, mediado pela crítica Suyene Correa Santos. A conversa soou muito mais como um debate acalorado, principalmente quando o crítico Luiz Joaquim fez um comentário sobre o filme em questão parecer com outro e foi rebatido com uma incisiva e agressiva contestação.

“Fazer cinema é ter medo, mas tem que ter coragem”, disse Adélia Sampaio, de “75 anos com um olho só”, que se inspira em Tizuka Yamasak e em Helena Ignez, que tem mais de 1000 filmes em casa.

O encerramento da noite teve a exibição de “A Mata Negra(leia nossa crítica AQUI), de Rodrigo Aragão, que também participa de uma oficina Efeitos Especiais em Maquiagem.

O Terceiro Dia

O terceiro dia continuou com o calor sem ventos, mesmo assobiando como no filme “Chamando os Ventos”. Uma sequência de mesas atravessou a manhã, com destaque para a de meio-dia da região Norte, que emocionou pela possibilidade de ter os filmes exibidos na Mostra Sesc.

Às 16 horas, no Panorama Brasil Nordeste 1, foi exibido “Orin: Música Para os Orixás (BA)” (leia a crítica AQUI).

Às 18h, a Mesa Temática: O Cinema Etnorracial, que debateu racismo, negritude,  cinema indígena e dificuldades de exibição. Assista acima um trecho do que aconteceu!

No Cinema da Praça, em sessão Especial, foi exibido A Rainha Nzinga chegou (MG) – Leia a crítica Aqui. Ao final, um debate com a diretora Junia Torres, mediado por Carmela Fialho, que fez aniversário no dia e ganhou de todos em coro um Parabéns para você!

Anuncie no Vertentes do Cinema

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *