Corpo Elétrico e o Amor | Vídeo Exclusivo

Uma conversa especial que aconteceu no Estação Net Ipanema

Por Redação

Confira o vídeo bate-papo exclusivo que o Vertentes do Cinema fez com o diretor Marcelo Caetano e com os atores Kelner Macêdo e Lucas Andrade, do filme “Corpo Elétrico”, sobre o que é o amor romântico.

Há filmes que nascem clássicos, icônicos, plenamente superiores, irretocáveis, sublimes em suas maestrias e únicos em sua essência. “Corpo Elétrico” é definitivamente um deles, e representa a estreia na direção do mineiro Marcelo Caetano, que já qualificou seu currículo trabalhando como assistente de direção em “FilmeFobia”, de Kiko Goifman; “Tatuagem”, de Hilton Lacerda (este cineasta que aqui participa como um dos “provocadores textuais”); “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro; “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert (Marcelo também colaborou com o roteiro e a diretora aqui assume o papel de Produtora Associada); e como diretor de elenco em “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho (que já desferiu muitos elogios ao filme em questão nesta crítica). A ideia de “Corpo Elétrico” surgiu a partir do poema orgânico-corporal-sensorial “Eu Canto o Corpo Elétrico”, de Walt Whitman (“Vê-lo passar comunica tanto quanto o melhor poema, talvez mais, E te demoras a contemplar seu dorso, a parte posterior de seu pescoço e as laterais dos ombros”), sobre a estética da existência, reverberando a “diversidade dos corpos e das belezas possíveis em todos os corpos”, disse Marcelo. Não se sabe se a música “Corpo Elétrico” “pernambucanidade” latina do grupo baiano, Academia da Berlinda. “Suor no rosto, Exalando desejo, Deixando o sangue ferver… Enquanto seu olho brilha, Nada mais vai me faltar, Um corpo cheio de trilha, E uma voz pra cantar”).

Assista ao bate-papo! E leia a crítica completa AQUI!

 

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