Crítica: Love Express

Por Fabricio Duque

Ficha Técnica

Direção: André Pellenz
Roteiro: Patricia Lopes Corso
Elenco: Georgiana Góes, Leandro Soares
Fotografia: Dante Belluti
Montagem: André Pellenz
Música: José Andrés
País: Brasil
Ano: 2010
Duração: 12 minutos

A opinião

“Love Express” é uma agência de relacionamentos amorosos, que se busca um novo amor. A narrativa apresenta-se ágil quando utiliza a camera a fim de descrever lugares ao redor do local principal que será ambientada a trama. Os diálogos perspicazes e inteligentes demonstra, com imagens simétricas, que quem procura a agência são pessoas “bipolares, maníacas-depressivas e problemáticas” que vão a encontros (escuros) programados.

“Você está tirando a vaga de alguma menina”, ironiza-se sobre a descrição do outro. “Além de tudo pessimista. O homem ideal”, retruca-se. Com isso, um casal inicia o processo de conhecimento, com a sinceridade natural e espontânea. Mas a realidade e a razão direcionam o resultado. Concluindo, um curta interessante, com altos e baixos de interpretação e com um final surpreendente que quebra o próprio argumento seguido.

A Sinopse

Uma imprevisível relação que nunca acontece. O desencontro de dois desconhecidos. Um casal que se conhece num bar de solteiros discute suas razões e agora precisa decidir se quer seguir adiante ou não.

O Diretor

Nasceu em Porto Alegre, em 1970. Formado em Cinema pela UFF e pela AFI, dirigiu os curtas Que Horas São? (2006) e O Menino Mofado (2009). É diretor-geral da série dramática Natália, vencedora do edital MinC/FICTV.

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