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Festival de Cannes 2017: “Rodin”


Do diretor francês Jacques Doillon (de “O Casamento a Três”, “Muito (Pouco) Amor”, “Contre l’oubli”), 119 minutos. Com Vincent Lindon, Izïa Higelin, Séverine Caneele, Edward Akrout. Distribuição da Mares Filmes.

Em 1880, o escultor Auguste Rodin (Vincent Lindon) já é bastante conhecido, mas nunca conseguiu nenhuma encomenta do Estado. Esta oportunidade chega aos 40 anos de idade, com a escultura “La Porte de l’Enfer”. Enquanto trabalha, ao lado da esposa Rose Beuret (Séverine Caneele), apaixona-se pela aluna Camille Claudel (Izïa Higelin), sua aprendiz mais talentosa, que se torna sua amante. Quando este relacionamento escondido acaba, Rodin muda radicalmente a forma de seus trabalhos.

“Rodin” integra a competição oficial a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2017. Aguarde a crítica!


O diretor Jacques Doillon, com 73 anos, nasceu em Paris, 15 de março, 1944, em uma família modesta. Seu pai era contador. Ele começa como editor e evereda ao documentários. Em 1994, ele foi inspirado pela história de Germaine de Staël e Benjamin Constant para fazer um longa-metragem “Do Fundo do Coração”. Seus filmes, íntimos e pessoais, oferecem uma reflexão sobre a infância, a frustração, o tormento da alma, a complexidade dos sentimentos e da relação de classe. Sua obra é caracterizada principalmente pelas histórias lineares e tênues, marcada por uma grande afeição pelos personagens em perigo, e pela escolha recorrente de espaços fechados e ambientes naturais. Foi casado com Jane Birkin.


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