Oscar-2017


A 89.ª cerimônia de entrega dos Academy Awards (produzida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas) foi transmitida hoje, dia 26 de fevereiro de 2017, às 22:30 (com prévia do Tapete Vermelho – e a fofoca sobre as roupas dos artistas – começando às 21:00)  no meio do Carnaval.

E a festa tem o comediante novaiorquino do Brooklyn Jimmy Kimmel como anfitrião, que foi chamado por ter sido apresentador do Emmy Awards em 2012 e 2016. E por ter um “talk show” na ABC, Jimmy Kimmel Live. Duas de suas citações mais famosas são: “Se você quer viver na América, não entre furtivamente pelas fronteiras. Faça-o da maneira certa: Seja adotado por Angelina Jolie” e “Minhas desculpas à Matt Damon. Acabou o tempo”.

A comédia romântica musical “La La Land” lidera em quatorze categorias o número de indicações, seguido de “A Chegada” e Moonlight” com oito; “Até o Último Homem”, “Lion” e “Manchester à Beira Mar” com seis; “Um Limite Entre Nós” e “À Qualquer Custo” com quatro; e “Estrelas Além do Tempo” e “Jackie” com três. Lembrando que o Oscar é um prêmio da Indústria. Mas rende entretenimento e diversão, principalmente quem apostou no Bolão, espalhados no mundo inteiro.

E hoje também os cinéfilos foram pegos de surpresa com a notícia da morte do ator americano Bill Paxton, aos 61 anos, após complicações em uma cirurgia cardíaca, de acordo com informações do site TMZ. Nascido em 1955 em Fort Worth, no Texas, o ator se mudou para Los Angeles com 18 anos. Ele entrou na indústria de cinema como assistente do diretor Roger Corman. Sua estreia no cinema foi em 1975, no filme “Loucura da Mamãe”. Ao longo de sua carreira, participou de mais de 50 filmes, como Titanic (1997), Aliens – O resgate (1983), Tornado e Apollo 13 – Do desastre ao triunfo (1995). Paxton ganhou um Emmy pela participação na série “Hatfields and McCoys”.


No Tapete Vermelho, o laço azul da ACLU, em apoio à ONG que está lutando pelos direitos dos imigrantes ganha status de símbolo anti-Trump. O Oscar 2017 deste ano é vem a força do empoderamento negro, uma luta nos filmes para a “aceitação”, “respeito” e “não retrocesso”, palavras até agora mais usadas nas entrevistas prévias.

Isabelle Huppert nunca “leva seus papéis para casa, mas sempre estão comigo. Não estou ansiosa, mas emocionada”. A atriz é dona de um cinema em Paris que passa filmes antigos. 

“Fundamentar a música e as pessoas entenderem”, disse Damien Chazelle sobre seu “La La Land”. 


A Cerimônia começa” com Justin Timberlake cantando “Can’t Stop the Feeling”, tema de “Trolls”. Ele “sente a música” e faz realmente um show. Justin in the House! Um completo artista, mesmo com pés atrás, o espectador tem que tirar o chapéu, tanto que o diretor de “Filadélfia”, Jonathan Demme o filmou em Las Vegas (o show está disponível na Netflix”). E assim leva todos a dançarem juntos em “alto astral”. Jimmy disse ao Justin que vão deixar ele voltar a banda antiga “N’Sync”.

Transmissão para todo mundo, que agora nos odeiam (referência a Donald Trump). Olha para o Mel Gibson e disse “Você está muito bonito. A Cientologia está ajudando”. Picardias com Matt Damon e Casey Affleck dizendo que Matt escolheu errado por “A Grande Muralha”. “Agradecer ao Trump porque se antes os Oscars eram racistas, agora a história é outra”. “Uma indicação para cada ano de vida do Damien”.

“No Amazon, quem comprou “Manchester à Beira Mar” também comprou Zoloft (remédio anti-depressivo)”. Isabelle Huppert em destaque. Nossa discriminação é com a idade e o peso. Uma salva de palmas para Meryl Streep (aplaudida de pé) por causa de suas vinte indicações. Cuidado com o discurso, amanhã estará no Twitter. “Os negros salvaram a Nasa”

Cada categoria terá um vídeo com os que já ganharam o Oscar. 

“Feliz por você ganhar um Oscar de um filme que surgiu do nada”, disse Jimmy ao Ali.

“Esta parte inicial é boa porque todos ainda tem esperança”.  

Homenagear os super heróis. Capitão Fantástico foi eleito para o gabinete de Trump. 

“Estrelas Além do Tempo” traz ao palco uma das “estrelas” reais. 

“Uma Presidente que acredita na arte”, Jimmy apresenta a presidente Sharon da Academia: “A arte não tem linguagem única e transcende tudo isso. A magia do cinema”.

Pacotes de doces caem do céu ao som de “Cavalgada das Valquírias”, de Richard Wagner, do épico “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola.  “Gostando dos doces?”

Homenagem o ator Jackie Chan e o documentarista Frederick Wiseman.

E mais um clipe das premiadas nas versões anteriores de Melhor Atriz Coadjuvante.

“Sem David Letterman, eu não estaria aqui hoje”, disse Jimmy. 

E atores fazendo homenagens a atores. Charlize Theron e Shirley Macline. “Os filmes em preto-e-branco ficam coloridos”. “Se Meu Apartamento falasse”, de Billy Wilder. 

Um experimento “pegadinha” (uma “brincadeira inusitada”) com pessoas que saem de um ônibus achando que estão em um exposição e são surpreendidos com artistas no Oscar e viram celebridades por quinze segundos. Parece que estamos em um programa ao vivo típico da televisão americana. “Casey Affleck não é um vagabundo. Ele foi indicado a um Oscar (por causa da barba e do visual desleixado)”, disse Jimmy. Tentam fazer uma festa mais caseira e menos formal. 

E na homenagem, tenho quase certeza de ter visto uma cena do filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. E Lázaro Ramos e Seu Jorge dizendo que seu melhor filme é “O Poderoso Chefão”. “Cinema não é só um filme, é uma arte”. 

E o Oscar saiu do ar. Internacionalmente. 

Homenagem a “De Volta Para o Futuro” por Seth Rogen. Com Michael J. Fox. Para anunciar Melhor Montagem.

Pergunta ao ator mirim de “Lion” se ele gostou de “O Rei Leão” e fazem a cena icônica da animação da Disney.

Picardias com Donald Trump: “Trump, você está acordado? Acho que ele não sabe usar o Twitter tão bem”. 

Uma aula videoclipe sobre os prêmios técnicos. 

“Um milagre de atuação e uma fantástica linguagem corporal”, diz Javier Barden a Meryl Streep, em “As Pontas de Madison”, de Clint Eastwood. 

Também reconhecer aqueles que nos colocam para baixo. Artistas lêem Twitters constrangedores de pessoas comuns, à moda de Jimmy Fallon Tonight Show.

E John Legend canta as duas músicas indicadas a Melhor Canção “City of Stars” e “Audition (The fools who dream)” de “La La Land”.

Matt Damon coloca o pé e Jimmy quase cai. Encenado? 

Samuel L. Jackson entra ao som de “Pulp Fiction”, de Quentin Tarantino. 

E a homenagem In Memoriam, entre eles: Emanuelle Riva, Hector Babenco, Bill Paxton, Abas Kiarostami. 

Jimmy sempre tira sarro do Matt Damon. E Falando sobre “Compramos um Zoológico”.

“Minha parte favorita: ver o Matt Damon perder um Oscar”, brinca Jimmy.


Melhor Filme

“Privilégio. Os filmes talvez tenham mudado nosso modo de pensar. Nosso objetivo na política é igual na arte: chegar a verdade. Respeito pela diversidade”, Warren Beatty e Faye Dunaway. Houve um erro e não foi “La La Land” e sim, “Moonlight”. Acabou que as duas equipes ficaram no palco. Constrangidas. “É só um programa de premiação. Eu prometo que nunca mais eu volto”, disse Jimmy Kimmel. Momento histórico.

“A chegada”
“Até o último homem”
“Estrelas além do tempo”
“Lion: Uma jornada para casa”
“Moonlight: Sob a luz do luar” *(o verdadeiro filme – Warren Leu errado o cartão) * A todos os meninos negros, que este filme possa ajudá-los e influenciá-los. Cheguei em uma época que achei que o filme era impensado. Mas agora com o prêmio de vocês, vi que era mais que possível. Obrigado!
“Um Limite Entre Nós”
“A qualquer custo”
“La la land: Cantando estações” – Há muito amor neste recinto. Vamos usá-lo para conversar a esperança. A opressão é o inimigo da civilização. 
“Manchester à beira-mar”


Melhor diretor

“Amor pelo cinema”

Dennis Villeneuve (“A chegada”)
Mel Gibson (“Até o último homem”)
Damien Chazelle (“La la land: Cantando estações”) * indicado por “Whiplash” com trinta anos, agora com trinta e dois * Obrigado por dar vida ao projeto. Obrigado por fazer eu levar este sonho adiante. É um filme sobre o amor. E eu me apaixonei fazendo o filme. 
Kenneth Lonergan (“Manchester à beira-mar”)
Barry Jenkins (“Moonlight: Sob a luz do luar”)


Melhor ator

Casey Affleck (“Manchester a beira mar”) * Aplaudido de pé * Uma das primeiras pessoas que me ensinaram a atuar foi Denzel. Sem este papel, sem o roteiro, sem a direção, eu não estaria aqui. Estou estupefato. Este prêmio é muito importante para mim. 
Denzel Washington (“Um Limite Entre Nós”)
Ryan Gosling (“La La Land – Cantando estações”)
Andrew Garfield (“Até o Último Homem”)
Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”)


Melhor atriz

“Leo di Caprio. Quando uma atriz está em cena, você não vê a artista”. Será que Isabelle leva? Dobradinha Globo de Ouro? Não. Seria muito óbvio, apesar de merecido. 

Natalie Portman (“Jackie”)
Emma Stone (“La La Land – Cantando estações”) – Eu me mirei em vocês (nas atrizes indicadas). Um momento como esse é sorte e oportunidade. Só recebemos isso uma vez na vida. Obrigado Damien por elevar o padrão. 
Meryl Streep (“Florence: Quem é essa mulher?”)
Ruth Negga (“Loving“)
Isabelle Huppert (“Elle”)


Melhor ator coadjuvante

Mahershala Ali (“Moonlight: Sob a luz do luar”) – *Aplaudido de pé* Queria agradecer os professores que me ensinaram que nós estamos apenas servindo os personagens. 
Jeff Bridges (“A qualquer custo”) *Sete indicações já
Lucas Hedges (“Manchester à beira-mar”)
Dev Patel (“Lion: Uma jornada para casa”) *Oito meses treinando o sotaque australiano
Michael Shannon (“Animais noturnos”)


Melhor atriz coadjuvante

“Opor sem odiar. De as mulheres serem melhores que os homens”. “

A Viola Davis foi indicada a um Emmy por causa deste discurso”, disse Jimmy. 

Viola Davis (“Um Limite Entre Nós”) – Só há um lugar que todos que tem potencial se reúnem: no túmulo. Exumar as histórias de pessoas que sonharam. Uma profissão que significa viver uma volta. Exumou e exaltou as pessoas comuns. Um filme sobre pessoas, vida, perdão, graça. E o meu capitão: Denzel. Obrigado por colocar duas entidades no banco da frente. Obrigado Deus!
Naomi Harris (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
Nicole Kidman (“Lion: Uma jornada para casa”)
Octavia Spencer (“Estrelas além do tempo”) *Já ganhou um Oscar
Michelle Williams (“Manchester à beira-mar”) *Quarta indicação


Melhor roteiro original

“Alfred Hitchcock sempre disse que precisa de três coisas para fazer um filme: roteiro, roteiro e roteiro”. E quem apresenta é Matt Damon com Ben Affleck. Matt trocou trabalhar neste filme para fazer “A Grande Muralha” e indicou Casey Affleck.

Damien Chazelle (“La la land: Cantando estações”)
Kenneth Lonergan (“Manchester à beira-mar”) – Pessoas que tentam cuidar de outros nas adversidades. Uma homenagem a James Cameron. 
Taylor Sheridan (“A qualquer custo”) * O diretor é o autor de “Sicário”, de Denis Villeneuve
Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou (“O lagosta”)
Mike Mills (“20th century woman”)


Melhor roteiro adaptado

“Mesmo que o roteiro seja adaptado, nós gostamos do roteiro”

Barry Jenkins (“Moonlight: Sob a luz do luar”) – É um processo e não um resultado. Mas eu gostei do resultado. Filme dedicado a todos os meninos negros. 
Luke Davies (“Lion: Uma jornada para casa”)
August Wilson (“Um Limite Entre Nós”)
Allison Schroeder e Theodore Melfi (“Estrelas além do tempo”)
Eric Heisserer (“A chegada”)


Melhor fotografia

Bradford Young (“A chegada”)
Linus Sandgren (“La la land: Cantando estações”) – Este filme foi criado com tanto amor e paixão. Damien, você é um gênio poético. 
James Laxton (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
Rodrigo Prieto (“Silêncio”)
Greig Fraser (“Lion: Uma jornada para casa”)


Melhor animação

Gael Garcia Bernal: “Eu sou contra qualquer tipo de parede que nos tentam nos separar”

“Kubo e as cordas mágicas”
“Moana: Um mar de aventuras”
“Minha vida de abobrinha”
“A tartaruga vermelha”
“Zootopia” – Ideia louca de falar da realidade com animais. Uma mensagem de tolerância. Conversar sobre filmes feministas. 


Melhor filme em língua estrangeira

“Terra de minas” – Dinamarca
“Um homem chamado Ove” – Suécia
“O apartamento” – Irã – Carta do diretor:  “Eu não não pude estar presente por causa do respeito pelas pessoas do meu país e das outras nações que foram impedidas por causa da lei que proíbe a entrada de imigrantes nos Estados Unidos. Dividir o mundo causa medo e aumenta a agressão. Cineastas usam a câmera para criar empatia. 
“Tanna” – Austrália
“Toni Erdmann” – Alemanha


Melhor documentário

“Não imaginava que estaríamos em 2017 falando ainda sobre isso”, disse Jimmy. 

“Fogo no mar”
“Eu não sou seu negro”
“Life, animated”
“O.J. Made in America” – Agradecer por viajar nesta jornada comigo. Violência motivada pela polícia e pelo racismo. 
“A 13ª Emenda”


Melhor edição

Joe Walker (“A chegada”)
John Gilbert (“Até o último homem”) – Eu sabia que tinha um bom material. E assim dá para fazer um melhor trabalho possível. E ele já joga o verde para colher maduro. “Pode me chamar para outro”. 
Jake Roberts (“A qualquer custo”)
Tom Cross (“La la land: Cantando estações”)
Nate Sanders e Joi McMillan (“Moonlight: Sob a luz do luar”)


Melhor Design de Produção

“Maneira ingênua de contar uma história”, sobre “La La Land”. 

“A chegada”
“Animais fantásticos e onde habitam”
“Ave, Cesar!”
“La la land: Cantando estações” – Traz uma grandeza ao filme. Examinamos cada página do roteiro. Compartilhou sua visão (Daien) com tanta alegria que tivemos que capturar isso. 
“Passageiros”


Melhor cabelo a maquiagem

“A maquiagem é a arte de esconder imperfeições. Assim você salva um divórcio”

Eva Bahr e Love Larson (“Um homem chamado Ove”)
Joel Harlow e Richard Alonzo (“Star Trek: Sem fronteiras”)
Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”) – Esperando há cinquenta anos para falar. Eu sou um imigrante, da Itália, quero dedicar a todos os imigrantes. 


Melhor figurino

Joanna Johnston (“Allied”)
Colleen Atwood (“Animais fantásticos e onde habitam”)
Consolata Boyle (“Florence: Quem é essa mulher?”)
Madeline Fontaine (“Jackie”)
Mary Zophres (“La la land: Cantando estações”)


Melhores efeitos visuais

Craig Hammack, Jason Snell, Jason Billington e Burt Dalton (“Deepwater horizon”)
Stephane Ceretti, Richard Bluff, Vincent Cirelli e Paul Corbould (“Doutor Estranho”)
Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones and Dan Lemmon (“Mogli: O menino lobo”)
Steve Emerson, Oliver Jones, Brian McLean e Brad Schiff (“Kubo e as cordas mágicas”)
John Knoll, Mohen Leo, Hal Hickel e Neil Corbould (“Rogue One: Uma história Star Wars”)


Melhor canção original

“Os filmes indicados mostram momentos sentimentais, esperança, júbilo, emoção, perda”

“Audition (The fools who dream)” (“La la land: Cantando estações”); música de Justin Hurwitz e letra de Benj Pasek e Justin Paul
“Can’t stop the feeling” (“Trolls”); música e letra de Justin Timberlake, Max Martin e Karl Johan Schuster
“City of stars” (“La la land: Cantando estações”); música de Justin Hurwitz e letra de Benj Pasek e Justin Paul – Mais uma homenagem aos professores do Sistema de Educação Pública
“The empty chair” (“Jim: The James Foley Story”); música e letra de J. Ralph e Sting
“How far I’ll go” (“Moana: Um mar de aventuras”); música e letra Lin-Manuel Miranda


Melhor trilha sonora

Micha Levi (“Jackie”)
Justin Hurwitz (“La la land: Cantando estações”) – Vocês, os atores, me inspiraram. 
Nicholas Britell (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
Thomas Newman (“Passageiros”)
Dustin O’Halloran e Hauschka (“Lion: Uma jornada para casa”)


Melhor edição de som

Sylvain Bellemare (“A chegada”) – Tudo que precisamos é amor. 
Renée Tondelli (“Deepwater horizon”)
Robert Mackenzie e Andy Wright (“Até o último homem”)
Ai-Ling Lee and Mildred Iatrou Morgan (“La la land: Cantando estações”)
Alan Robert Murray e Bub Asman (“Sully: O herói do rio Hudson”)


Melhor mixagem de som

Bernard Gariépy Strobl e Claude La Haye (“A chegada”)
Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o último homem”) – Obrigado Me Gibson por me levar nesta jornada com você. Agradecer a minha mãe que me deu meu primeiro trabalho de som. E disse para a agradecer com um Oscar. 
Andy Nelson, Ai-Ling Lee and Steve A. Morrow (“La la land: Cantando estações”)
David Parker, Christopher Scarabosio e Stuart Wilson (“Rogue One: Uma história Star Wars”)
Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”)


Melhor curta-metragem

“Assimilação e deslocamento no mundo moderno”

“Ennemis Intérieurs”
“La femme et le TGV”
“Silent night”
“Sing” – Agradecer aos meus professores que me fizeram ser melhor. E vamos tentar educar as crianças (que fazem do mundo um lugar melhor) de forma positiva.
“Timecode”


Melhor curta-metragem de animação

“Blind Vaysha”
“Borrowed time”
“Pear Cider and Cigarettes”
“Pearl”
“Piper” – Tenho três pequenos Pipers. Que vocês sempre tenham coragem de enfrentar seus medos. 


Melhor documentário em curta-metragem

“Extremis”
“41 miles”
“Joe’s violin”
“Watani: My homeland”
“The white helmets” – Obrigado a Netflix pelo apoio.  O Chefe dos Capacetes brancos não puderam estar aqui. Mas eles salvaram oitenta e duas vidas na guerra da Síria. Esperamos que esta guerra acabe o mais cedo possível. 

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