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Pílula-Crítica: A animação “Kubo e As Cordas Mágicas”, de Travis Knight, conta sua história pela simplicidade inocente da filosofia e das tradições japonesas, buscando a cumplicidade emocional de seu público para que assim possa se desenvolver toda um estágio auto-ajuda na aventura existencialista-fantasiosa de descobertas e amadurecimento de seu protagonista. “Quem tiver que piscar, pisque agora. Preste a atenção mesmo que pareça comum”, diz-se, entre magias, poderes salvadores (como acalmar a agitação das ondas do mar), e problemas familiares que precisam ser aceitos e resolvidos. O longa-metragem pode ser traduzido como uma homenagem aos pais (tanto que o diretor dedica o filme a eles) à moda de “Onde Vivem os Monstros”, de Spike Jonze, e assim equilibra sensibilidade (o filho que cuida dos esquecimentos da mãe, faz comida…

Sinopse: Kubo vive com sua mãe em uma cidade litorânea do Japão. Ao contar uma história, acidentalmente invoca um vingativo espírito mítico do passado, que faz com que todos os deuses e monstros o persigam. Para sobreviver, Kubo terá de encontrar a armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai, e salvar sua família. Aos poucos, ele vai conhecendo os mistérios que envolvem seu pai. Nessa jornada, conta com a ajuda de Monkey e Beetle, e usa um instrumento musical mágico chamado shamisen para lutar contra seus adversários Moon King e as Irmãs.

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