Toronto, Canadá, 07 de setembro de 2014


Análises “Torontoenses” Complementares
Por Fabricio Duque

Toronto estrutura-se tendo como meio de transporte a bicicleta (mais popular – todo mundo usa) e os bondes (que cortam a cidade inteira). Há muitos carros de bombeiro e ambulâncias que “gritam” sirenes barulhentas como em um filme de Hollywood. O Vertentes do Cinema entendeu o motivo. É que simplesmente as pessoas desmaiam nas ruas. Do nada, andam e caem. Bizarro. Outro tópico sobre segurança é que com guardas de trânsito e policiais são praticamente invisíveis. Estão ali para ajudar, mas sem impor presença e ou autoridade. Eles são considerados amigos. Sorriem para os passantes e permanecem na fila (sem furar) do café Tim Hortons (o mais barato, o mais rápido, o mais puro e o mais orgânico – um copo de meio litro de café com creme e açúcar custa CAN 1,71). Sinceramente, não é muito bom, mas cafeína por cafeína… 
O Vertentes do Cinema resolveu ficar na área mais “coloquial” da cidade no bairro Chinatown. Queen Street com Augusta Ave. Lugar da boemia, da comunidade residencial dos idosos e dos imigrantes (chineses, indianos, na maioria), de casas de subúrbio (com horta e sofá na entrada- não há muros, tampouco grades), dos tatuados e dos tatuadores (segunda maior cidade da tatuagem), dos barbudos (quase todos) e dos “locais”. Rua das casas de Jazz, de rock, de folk, dos teatros da Broadway canadense. Tudo acontece na Queen e na King Street. O Flat Extended Residence chama-se Studio 6, tem cozinha, geladeira, ar-condicionado, café reposto, banheira de hidromassagem e se localiza perto do parque Alexandra Park, uma “comunity housing”. Assim, acorda-se com esquilos brincando, correndo e “conversando com os outros”, com o cheiro da grama da manhã (principalmente quando chove – quase todo dia). Foi um achado, porque tem preço de um albergue econômico. 
Uma das consequências de se estar somente pensando no TIFF (estrutura de horários, filmes e muitos afins), é que esquecemos que pessoas trabalham normalmente. Vivem uma vida normal e que não se preocupam apenas com o festival, mesmo acreditando que todos deveriam ter férias oficiais neste período. O clima é frio. Quente no sol, mas gelado na sombra, porque há correntes que chegam do mar. Assim como em Berlim, aqui é uma cidade em constante construção. Por toda parte. Uma sinfonia de ruídos, músicas ambientes (cada bar tem na entrada uma caixa de som que toca a trilha sonora típica – e é um ao lado do outro – misturam-se música country com pop com rock – etalelê!) e helicópteros. Não há buzinhas. Nenhuma. Também não há “sem tetos”. Também não há “barraquinhas” e vendedores ambulantes, visto que é extremamente proibido por lei municipal da Prefeitura de Toronto. Como já foi dito, a cidade que tem a rua mais longa do mundo, é muito Brooklyn. E muito Avenida Paulista. Porém, aqui não há sujeira nas ruas, tampouco aromas indesejados. Nenhum. Todos usam óculos de sol, comem na rua no tempo livre (comida processada e muitas frutas), e sempre com um típico café novaiorquino na mão. As pessoas são quietas, mas quando um papo flui, elas não param de falar. Definitivamente, o melhor lugar para conhecer tipos, histórias, manias, idiossincrasias, gostos, preferências, “ódios” e “dramas” é na Rush Line. The best place ever!



Toronto, Canadá, 07 de setembro de 2014



Artigo: Desvendando o Festival de
Cinema de Toronto
Por Fabricio Duque
O TIFF – Toronto International
Film Festival necessita do complemento Toronto, visto que o mesmo nome é usado
no festival internacional de Tokyo, tanto que aqui se usa o (.net) e lá no
Japão (.com). No lado canadense, encontramos uma “radical” organização técnica.
Tanto que nem o produtor do filme pode ter convidados para exibição à imprensa.
Não há jogo de cintura. Assim, nenhuma das sessões atrasa. Até porque, aqui,
toda a mídia americana e canadense está com as credenciais no pescoço, correndo
e sendo “blasé”, sem ser ofensiva. uma das características marcantes
no comportamento das pessoas em Toronto é a educação não obrigatória (esta
típica dos americanos “barulhentos e de fala alta” – principalmente se os
observarmos na fila de espera dos filmes). O povo “torontoense” é decidido no
que quer, sem mostrar impaciência, raiva e intolerância. São indivíduos comuns,
parecidos com os brasileiros na aparência (barbudos e afins), que levam uma
vida “easy-going”. Não há como não se apaixonar pelo inglês correto e
pela gentileza deles em entender o sotaque estrangeiro, até porque a maioria
não é do Canadá. Toronto é único (e particular), mesmo com a mistureba de
arquitetura e estilos do Brooklyn com Soho com Lapa com São Paulo.
O TIFF canadense apresenta-se
como uma Festival do Rio por trazer filmes exibidos e ou premiados em outros
festivais. Na verdade são muitas mostras dentro de um grande festival (ao mesmo
tempo). Temos a Gala e as novidades, temos as apresentações especiais, temos o
Discovery, Mundo Contemporâneo, entre outras. Ufa! Chegamos a sentir um
saudável (no início) surto insano devido uma obrigação de se escolher entre
“peixes grandes”. O TIFF é considerado por ser um espaço a fim de
mostrar os filmes que provavelmente serão indicados ao Oscar. Então, o
marketing é pesado e a corrida é de “cachorro grande”. Percebemos a quantidade
de mídia dos Estados Unidos, Canadá e Tóquio.
Sobre o clima. É verão. 25 graus.
Garoas com sol e frio ocasional. Podemos comparar ao calor de São Paulo quando
se caminha pela Avenida Paulista. Não há muitas opções turísticas. Na verdade,
há sim. Mas a atenção total é destinada aos filmes. Lógico. O objetivo é esse.
Não há como não amar. Mesmo com a
quantidade gigantesca de credenciais, que recebem preferência por causa de seus
veículos midiáticos “instantâneos”, e também pelos estudantes de
cinema que “ganham” este passaporte ilimitado. De fato, o imediatismo
jornalístico (efêmero e líquido) “atrapalha” os “pequenos” (nosso
Vertentes do Cinema, por exemplo, que “recebeu” vouchers para a Rush
Line (que é uma fila de senhas para lugares que sobram nas sessões). Sempre dá.
Sempre há espaço. É claro, que acontece de alguns serem impossíveis, como a primeira
exibição do novo Michael Winterbottom, “The Face of an Angel”. Faz parte. Ou a
do Abel Ferrara, “Pasolini”, que só tinha um lugar, mas pelo Vertentes do
Cinema ter “perdido” o Michael, ficou na fila, foi o primeiro e conseguiu a
senha. Ufa! Antes que um “iminente” querelante se desespere, algumas dicas
importantes. O requerimento do próximo ano ao TIFF já permite um “upgrade” na
hierarquia. Talvez não total. Mas sim, uma “respirada”. Outra é que há uma
segunda sessão menos concorrida. É só tentar e gerar a consequência de se
perder alguns outros títulos no mesmo horário (que por sinal são inúmeros “muitos”).
 Perde-se de um lado, mas outra porta se
abre. Exemplo da sessão mega concorrida do Xavier Dolán como ator em “Elephant
Song”. Logicamente que “The Judge” barra qualquer outra, até porque estamos
falando do “Homem de Ferro” Robert Downer Jr. Na “pior” das hipóteses, pode-se
recorrer a mais extrema: comprar o ticket por 25 dólares e vinte e cinco
centavos por filme. Caro? Sim. Vale a pena? Lógico. Tudo por causa da projeção
excepcional, espetacular e de qualidade “marcianamente” superior as do Brasil.
Engraçado que aqui, bem mais próximo dos Estados Unidos, não há “política de
segurança”. Não se revista como no Berlinale, tampouco detectores de metais
como em Cannes.
Um parêntese quanto às cabines de
imprensa. Os jornalistas não “param quietos”. Andam, saem, correm, voltam,
comem, correm, saem, voltam. Chega a ser chato. Porém não falam e não atendem o
celular.
Concluindo. Um festival é para se
deixar levar, aceitando as modificações do caminho. Vocês sabem daqueles
agradáveis acasos que a vida nos proporciona? Pois é. São filmes fantásticos,
que caem do céu no intervalo entre uma fila e outra. Como dizia a música
“o acaso vai me proteger”, livrar-me das escolhas dos “ruins” e fazer com que
se perceba os sinais da Rush Line. Amém!  



Rio de Janeiro, 26 de agosto de 2014

Entendendo o Festival de Toronto

Por Fabricio Duque

Não é fácil a vida de um cinéfilo
e muito menos a do VERTENTES DO CINEMA. A necessidade “compulsiva” de querer
assistir a todos os filmes gera uma ansiedade sem controle, extrapolando o
campo “físico”. Já foi dito aqui que é uma experiência “viciante” e que se um
filme não chega de forma “veloz” em nossos olhos, então precisamos “correr” aos
prévios “santuários”, traduzidos em festivais internacionais de cinema. Outro
detalhe esquizofrênico é despertado. Como assistir trezentos filmes em apenas
duas semanas? Não dá. Geneticamente impossível. Então, novas doses de
ansiedade, frustração, dores de estômago e malabarismos dos horários das
exibições. Como atenuar esta “loucura”? Sensibilidade, perspicácia e grande
dose de subjetivismo. Torna-se impossível também estar em todos os lugares e
todos os festivais durante um ano (parecendo que “pipocam” desenfreadamente).
Nosso site tem a humilde
pretensão de conhecer os “santuários” internacionais. A cada ano, respeitando
uma lógica pragmática (até porque vivemos com nossos próprios recursos, ainda),
escolhemos festivais que prezam pela excelência, ineditismo e ou conteúdo
narrativo. Em 2014, “tentamos” dar um passo à frente. Além do Berlinale –
Festival de Cinema de Berlim, o VERTENTES DO CINEMA cobrirá, in loco, o TIFF –
Toronto Internacional Film Festival, de 04 a 14 de setembro de 2014. Poderíamos
ter escolhido novamente o Festival de Cannes, ou os inéditos Festival de
Locarno e ou Festival de Veneza. Por que o TIFF então?
O Festival Internacional de
Cinema de Toronto  é um festival de cinema que ocorre todo mês de setembro na
cidade de Toronto, no
Canadá desde 1976. O Festival começa
oficialmente na quinta-feira após o dia canadense do Trabalhador  e segue
durante mais dez dias. É considerado um dos festivais mais importantes da
indústria cinematográfica mundial, ao lado do Festival de Cannes, Festival de Veneza e Festival de Berlim.
A Preparação
Todo “caminho” ao TIFF inicia-se
pelo SITE oficial do festival. Lá, o jornalista cadastra-se, respondendo ao
questionário e enviando os documentos necessários, cuja lista é encontrada
devidamente explicada no espaço. Basicamente o mesmo processo dos outros
festivais (exceção para Berlinale – pois há taxa de cadastramento). A outra
etapa é solicitar o visto canadense (informações no SITE – aconselha-se
solicitar também o Visa americano). Com isso, a compra das passagens (mais
barato no CVC Viagens) e a e reserva do hotel (quanto antes melhor – além de
mais próximo e mais em conta nos valores). Utilizamos a opção do
aplicativo-site HOTELS COMBINED.
Escolhendo os Filmes
É imprescindível “passear a
fundo” nos outros festivais internacionais, conferindo melhores críticas,
burburinhos, vencedores e inúmeros outros quesitos. O TIFF funciona como um
“mix” de filmes exibidos anteriormente e possibilidade de pré-estreia ao Oscar.
São muitos filmes em um curto período de tempo. Por isso, o VERTENTES DO CINEMA
utiliza-se do bom senso e do “acaso para se proteger” das escolhas
“derrapadas”.  Dúvida cruel: o óbvio
“certeiro” ou a chance ao “desconhecido”?
O Que Não Se Pode Perder
GALA PRESENTATIONS

BLACK AND WHITE, de Mike Binder, USA, com Kevin
Costner e Octavia Spencer;
BOYCHOIR, de François Girard, USA,
com Dustin Hoffman e Kathy Bates;
THE
CONNECTION, Cédric Jimenez, France/Belgium, com Jean Dujardin;
THE EQUALIZER, de Antoine Fuqua, USA, com Denzel Washington;
ESCOBAR: PARADISE LOST, de Andrea Di Stefano,
France/Spain/Belgium, com Benicio del Toro;
THE FORGER,
de Philip Martin, USA, com John Travolta;
FOXCATCHER, de Bennett Miller, USA, com Channing
Tatum and Mark Ruffalo;
HAEMOO, de
Shim Sung-Bo, South Korea;
INFINITELY POLAR BEAR, de Maya Forbes, USA, com Mark Ruffalo;
THE JUDGE,
de David Dobkin, USA, com Robert Downey Jr.;
LAGGIES, de Lynn Shelton, USA, com Keira Knightley e Chloë
Grace Moretz;
A LITTLE
CHAOS, de Alan Rickman, United Kingdom, com Kate Winslet e Matthias Schoenaerts;
MAPS
TO THE STARS, de David
Cronenberg, Canada/Germany, com Julianne Moore, Mia Wasikowska e Robert
Pattinson;
THE
NEW GIRLFRIEND, de
François Ozon, France, com Anaïs Demoustier e Romain Duris;
PAWN
SACRIFICE, de Edward Zwick, USA, com Tobey Maguire e Liev Schreiber;
THE RIOT
CLUB , de Lone Scherfig, United Kingdom;
RUTH &
ALEX, de Richard Loncraine, USA, com Morgan Freeman e Diane Keaton;
SAMBA, de Olivier Nakache e Eric Toledano, France, com Omar
Sy e Charlotte Gainsbourg;
THIS IS
WHERE I LEAVE YOU, de Shawn Levy, USA, com Jane Fonda, Tina Fey, Jason Bateman,
Rose Byrne, Timothy Olyphant, Adam Driver;
WILD, de
Jean-Marc Vallée, USA, com Reese Witherspoon;
MASTERS

1001 GRAMS,
de Bent Hamer, Norway/Germany/France;
THE
FACE OF AN ANGEL, de
Michael Winterbottom, United Kingdom, com Kate Beckinsale e Daniel Brühl;
FOREIGN
BODY, de Krzysztof
Zanussi, Poland/Italy/Russia;
THE GOLDEN
ERA, de Ann Hui, China/Hong Kong;
GOODBYE
TO LANGUAGE 3D, de
Jean-Luc Godard, France;
HILL
OF FREEDOM, de Hong
Sang-soo, South Korea;
LEVIATHAN, de Andrey Zvyaginstev, Russia;
MURDER IN
PACOT, de Raoul Peck, Haiti/France/Norway;
A PIGEON
SAT ON A BRANCH REFLECTING ON EXISTENCE, de Roy Andersson, Sweden/Norway/France/Germany;
REVIVRE, de
Im Kwon-taek, South Korea;
THE TALE OF
THE PRINCESS KAGUYA, de Isao Takahata, Japan;
TIMBUKTU, de Abderrahmane Sissako, France/Mauritania/Mali;
TRICK OR
TREATY?, de Alanis Obomsawin, Canada
WINTER
SLEEP, de Nuri Bilge Ceylan,
Turkey/France/Germany
SPECIAL PRESENTATIONS

99 HOMES, de Ramin Bahrani, USA,
com Andrew Garfield e Michael Shannon;
AMERICAN
HEIST, de Sarik Andreasyan, USA, com Adrien Brody e Hayden Christensen;
BEFORE
WE GO, de Chris Evans, USA,
com Chris Evans e Alice Eve;
BEYOND THE
LIGHTS, de Gina Prince-Bythewood, USA;
BREAKUP
BUDDIES, de Ning Hao, China;
CAKE, de
Daniel Barnz, USA, com Jennifer Aniston, Anna Kendrick e Sam Worthington;
CLOUDS
OF SILS MARIA, Olivier
Assayas, France/USA, com Juliette Binoche, Kristen Stewart e Chloë Grace Moretz;
THE
COBBLER, de Thomas McCarthy, USA, com Adam Sandler, Dustin Hoffman, Steve
Buscemi e Ellen Barkin;
COMING HOME,
Zhang Yimou, China, com Gong Li;
THE DEAD
LANDS, Toa Fraser, New Zealand/United Kingdom;
DEAREST, de
Peter Ho-sun Chan, China/Hong Kong;
DON’T GO
BREAKING MY HEART 2, de Johnnie To, Hong Kong/China;
THE DROP,
de Michaël R. Roskam, USA, com Tom Hardy, Matthias Schoenaerts, Noomi Rapace
e  James Gandolfini;
EDEN , de
Mia Hansen-Løve, France, com Greta Gerwig e Brady Corbet;
ELEPHANT
SONG, de Charles
Binamé, Canada, com Xavier Dolan, Bruce Greenwood e Catherine Keener;
 AN
EYE FOR BEAUTY, de
Denys Arcand, Canada;
FAR FROM
MEN, de David Oelhoffen | France, com Viggo Mortensen;
FORCE
MAJEURE, Ruben Östlund, de Sweden/Norway/Denmark/France;
THE GATE,
de Régis Wargnier, France/Belgium/Cambodia;
GEMMA
BOVERY, de Anne Fontaine, France;
GENTLEMEN,
de Mikael Marcimain, Sweden;
GOMORRAH, de Stefano Sollima, Italy;
GOOD KILL,
de Andrew Niccol, USA, com Ethan Hawke;
THE GOOD
LIE, de Philippe Falardeau, USA, com Reese Witherspoon;
HECTOR AND
THE SEARCH FOR HAPPINESS, de Peter Chelsom, Germany/Canada, com Simon Pegg, Rosamund
Pike, Toni Collette, Stellan Skarsgard, Jean Reno e Christopher Plummer;
HUMAN
HIGHWAY (DIRECTOR’S CUT), de Bernard Shakey, Dean Stockwell e Neil Young, USA,
com Dean Stockwell, Russ Tamblyn, Dennis Hopper e Devo;
THE
HUMBLING, de Barry Levinson, USA, com Al Pacino e Greta Gerwig;
HUNGRY
HEARTS, de Saverio Costanzo, Italy;
THE
IMITATION GAME, de Morten Tyldum, USA/United Kingdom;
KAHLIL
GIBRAN’S THE PROPHET, de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi, Joan Gratz,
Mohammed Saeed Harib, Tomm Moore, Nina Paley, Bill Plympton, Joann Sfar e
Michal Socha,  Canada/France/Lebanon/Qatar/USA,
com Quvenzhané Wallis e Liam Neeson;
THE KEEPING
ROOM, de Daniel Barber, USA, com Brit Marling, Hailee Steinfeld e Muna Otaru;
THE LAST
FIVE YEARS, de Richard LaGravenese, USA, com Anna Kendrick e Jeremy Jordan;
LEARNING TO
DRIVE, de Isabel Coixet, USA, com Patricia Clarkson, Ben Kingsley;
LOVE &
MERCY, de Bill Pohlad, USA;
MADAME
BOVARY, de Sophie Barthes, United Kingdom/Belgium, com Mia Wasikowska, Paul
Giammati, Olivier Gourmet, Ezra Miller e Rhys Ifans;
MANGLEHORN, de David Gordon Green, USA, com Al Pacino, Holly Hunter;
MARY KOM,
de Omung Kumar, India;
MEN,
WOMEN & CHILDREN,
de Jason Reitman, USA, com Judy Greer, Adam Sandler, Jennifer Garner, Rosemarie
DeWitt, Ansel Elgort, J.K. Simmmons e Emma Thompson;
MISS
JULIE, de Liv Ullmann, Norway/United
Kingdom/Ireland/France, com Jessica Chastain, Colin Farrell e Samantha Morton;
 MOMMY, de Xavier Dolan, Canada;
MR.
TURNER, de Mike Leigh, United
Kingdom, com Timothy Spall;
MY OLD LADY,
Israel Horovitz, USA, com Kevin Kline, Maggie Smith e Kristin Scott Thomas;
NED RIFLE,
de Hal Hartley, USA;
NIGHTCRAWLER, de Dan Gilroy,
USA, com Jake Gyllenhaal;
OCTOBER GALE, de Ruba Nadda, Canada, com Patricia Clarkson, Tim
Roth;
PASOLINI, de Abel Ferrara, France/Italy/Belgium,
com Willem Dafoe;
PHOENIX, de
Christian Petzold, Germany, com Nina Hoss;
PREGGOLAND,
de Jacob Tierney, Canada;
PRIDE, de
Matthew Warchus, United Kingdom;
THE REACH,
de Jean-Baptiste Leonetti, USA, com Michael Douglas;
RED AMNESIA,
de Wang Xiaoshuai, China;
RETURN
TO ITHACA, Laurent
Cantet, France;
REVENGE OF
THE GREEN DRAGONS, de Andrew Lau, Andrew Loo, USA, produzido por Martin
Scorsese;
ROGER
WATERS THE WALL, de Roger Waters, Sean Evans, United Kingdom;
ROSEWATER,
de Jon Stewart, USA;
THE
SEARCH, de Michel
Hazanavicius, France;
A
SECOND CHANCE, de
Susanne Bier, Denmark, com Nikolaj Coster-Waldau;
SHELTER, de
Paul Bettany, USA, com Jennifer Connelly e Anthony Mackie;
THE SOUND
AND THE FURY, de James Franco, USA, com Jon Hamm, Tim Blake Nelson and Joey
King;
ST. VINCENT,
de Theodore Melfi, USA, com Bill Murray, Melissa McCarthy, Chris O’Dowd,
Terrence Howard e Naomi Watts;
STILL ALICE,
de Richard Glatzer e Wash Westmoreland, USA, com Julianne Moore, Kristen
Stewart, Alec Baldwin e Kate Bosworth;
THE THEORY
OF EVERYTHING, de James Marsh, United Kingdom/USA;
THREE
HEARTS, de Benoît
Jacquot, France, com Benoît Poelvoorde, Charlotte Gainsbourg e Chiara
Mastroianni;
TIME OUT OF
MIND, de Oren Moverman, USA, com Richard Gere;
 TOP FIVE,
de Chris Rock, USA, com Chris Rock, Rosario Dawson, J.B. Smoove, Gabrielle
Union, Tracy Morgan, Cedric the Entertainer, Kevin Hart, Adam Sandler, Whoopi
Goldberg, Sherri Shepherd, Jay Pharoah, Anders Holm e Michael Che;
TWO
DAYS, ONE NIGHT, de Luc
Dardenne e Jean-Pierre Dardenne, Belgium/France, com Marion Cotillard;
WELCOME TO
ME, de Shira Piven, USA, com Kristen Wiig;
WHILE
WE’RE YOUNG, de Noah
Baumbach, USA, com Ben Stiller, Naomi Watts, Amanda Seyfried, Adam Driver, Charles
Grodin, Maria Dizzia e Adam Horovitz;
WHIPLASH,
de Damien Chazelle, USA;
WILD
TALES, de Damian
Szifron, Argentina/Spain;
DISCOVERY

’71, de
Yann Demange, United Kingdom;
ADULT
BEGINNERS, de Ross Katz, USA;
ATLANTIC,
de Jan-Willem van Ewijk, Netherlands/Belgium/Germany/Morocco;
BACKCOUNTRY,
de Adam MacDonald, Canada;
BANG
BANG BABY, de Jeffrey
St. Jules, Canada;
BIG MUDDY ,
de Jefferson Moneo, Canada;
CORBO, de Mathieu Denis, Canada;
THE CROW’S
EGG, de M. Manikandan, India;
DUKHTAR, de Afia Nathaniel | Pakistan/USA/Norway;
FLAPPING
IN THE MIDDLE OF NOWHERE,
de Diep Hoang Nguyen, Vietnam/France/Norway/Germany;
THE GREAT
MAN, de Sarah Leonor, France, com Jérémie Renier;
GUIDANCE,
de Pat Mills, Canada;
I AM NOT LORENA, de Isidora Marras, Chile/Argentina;
IN HER
PLACE, de Albert Shin, Canada/South Korea;
THE
INTRUDER, de Shariff
Korver, Netherlands;
LIFE IN A
FISHBOWL, de Baldvin Zophoníasson, Iceland/Finland/Sweden/Czech Republic;
THE LITTLE
DEATH, de Josh Lawson, Australia;
 LOS HONGOS, de Oscar Ruiz Navia, Colombia/Argentina/France/Germany;
MAGICAL GIRL, de Carlos Vermut, Spain;
MARDAN, de Batin Ghobadi, Kurdistan;
MAY ALLAH
BLESS FRANCE!, de Abd Al Malik, France
THE NARROW
FRAME OF MIDNIGHT, de Tala Hadid, Morocco/United Kingdom/France/Qatar;
OBRA, de Gregorio Graziosi, Brazil;
RED ALERT,
de Barry Avrich, Canada;
RUN, de
Philippe Lacôte, France/Ivory Coast;
LA SALADA, de Juan Martín Hsu, Argentina;
SECOND
COMING, de Debbie Tucker Green, United Kingdom;
SENZA NESSUNA PIETÀ, de Michele Alhaique, Italy;
SONGS SHE
WROTE ABOUT PEOPLE SHE KNOWS, de Kris Elgstrand, Canada;
STORIES OF
OUR LIVES, de Anonymous, Kenya;
SWAY, de
Rooth Tang, USA/France/Thailand;
THEEB, de
Naji Abu Nowar, Jordan/Qatar/United Arab Emirates/United Kingdom;
THE
TRIBE, de Myroslav
Slaboshpytskiy, Ukraine
UNLUCKY
PLAZA, de Ken Kwek, Singapore;
THE VALLEY
BELOW, de Kyle Thomas, Canada;
THE
VANISHED ELEPHANT, de
Javier Fuentes-León, Peru/Colombia/Spain;
VILLA TOUMA, de Suha Arraf;
WE WERE
WOLVES, de Jordan Canning, Canada;
WET BUM, de Lindsay MacKay, Canada, com Julia Sarah Stone;
X +Y, de
Morgan Matthews, United Kingdom, com Asa Butterfield, Sally Hawkins, Rafe Spall
e Eddie Marsan;
TIFF DOCS

BEATS OF
THE ANTONOV, de Hajooj Kuka;
I AM HERE,
de Lixin Fan;
IRAQI
ODYSSEY, de Samir;
MERCHANTS
OF DOUBT, de Robert Kenner;
NATIONAL DIPLOMA, de Dieudo Hamadi;
NATIONAL
GALLERY, de Frederick Wiseman;
NATURAL
RESISTANCE, de Jonathan Nossiter;
RED ARMY,
de Gabe Polsky;
SEYMOUR: AN
INTRODUCTION, de Ethan Hawke;
SILVERED
WATER, SYRIA SELF-PORTRAIT, de Ossama Mohammed and Wiam Simav Bedirxan;
SUNSHINE
SUPERMAN, de Marah Strauch;
TALES OF
THE GRIM SLEEPER, de Nick Broomfield;
THE LOOK OF
SILENCE, de Joshua Oppenheimer;
THIS IS MY
LAND, de Tamara Erde;
THE YES MEN
ARE REVOLTING, de Laura Nix and The Yes Men;
ROGER &
ME, de Michael Moore;
THE WANTED
18, de Amer Shomali and Paul Cowan.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos Relacionados