TIAN ZHU DING 
(A TOUCH OF SIN)
Na China dos dias contemporâneos, quatro pessoas de regiões e classes sociais muito distintas se cruzam. A história, descrita como um “road movie com cenas de ação”, passa tanto pela barulhenta metrópole de Guangzhou quanto pela calma província rural de Shanxi.
Por Fabricio Duque

“Tian Zhu Ding” ou “A Touch of Sin”, de Jia Zhangke: É uma mistura de Tarantino silencioso, “Dogville” Larsvontriniano e “Lady Vingança”. Um exemplar de que em algum momento, a sociedade nos fará deixar de vivenciar só o nosso lado de bom. A crítica adorou, incluindo o Cahiers (que depois de analisar as críticas, percebo que é meio crítico demais). Muito bom! 

O Diretor. Jia Zhang Ke nasceu em 1970 em Fenyang, na China. É considerado como a “sexta geração” do cinema chinês, grupo que inclui também os realizadores Wang Xiaoshuai e Zhang Yuan. Os primeiros filmes foram inspirados na sua província natal sem apoio estatal. Seu quarto filme, “The World”, recebeu financiamento. “Still Life” (Em Busca da Vida), de 2006, ganhou o Festival de Veneza. Considerado “um dos cineastas mais importantes do mundo”. Em 2010, realizou “Memórias de Xangai”. 

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