GRIGRIS
Grisgris é um jovem de 25 anos de idade, sem movimento em uma das pernas. Apesar disso, ele sonha em se tornar dançarino. No entanto, quando seu tio contrai uma doença grave, ele abandona o sonho da dança e aceita trabalhar para traficantes de combustível para conseguir dinheiro. 








Por Fabricio Duque
“Grigris”, de Mahamat-Saleh Haroun. É a zebra da competição do Festival de Cannes 2013. Não é um filme ruim em hipótese nenhuma, mas destoa consideravelmente das outras produções. Dizem aqui em Cannes que é um filme de política internacional. Os atores são excelentes dentro de uma estrutura fílmica bem feita, mas se torna comum, ingênuo e “apenas” um trabalho apaixonado do realizador. Há estímulo referencial a outro filme  de estética semelhante, “Rebelle”, que foi indicado ao oscar este ano.
O Diretor. Mahamat-Saleh Haroun nasceu em Chade, na África Central, mas vive na França desde 1982. Estudou no Conservatório Livre do Cinema Francês, em Paris. Em 1994, estreou na direção com o curta-metragem Maral Tanié. Cinco anos mais tarde, roteirizou e dirigiu Bye Bye Africa, seu primeiro longa. Exibiu seu filme seguinte, Abouna (2002), na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Com Temporada de Seca (2006) recebeu cinco prêmios no Festival de Veneza, entre eles o Prêmio Especial do Júri.  Ganhou o prêmio do Juri por “O Homem Que Grita”. 

Filmografia

1999: Bye Bye Africa
2002: Abouna
2006: Daratt
2008: Sexe, gombo et beurre salé 
2010: Um Homem Que Grita

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