A Origem da Fantasia
Por Fabricio Duque
A exposição que ocupa o primeiro andar, e uma parte do quinto, ficará em cartaz até 07 de abril, no Centro Cultural Banco do Brasil, do Rio de Janeiro. É uma ótima oportunidade para que o espectador conheça os primórdios deste gênero, com trechos (alguns na íntegra) de curtas-metragens, como dos irmãos Lumière, de Georges Méliès e a animação que deu origem a logomarca da Pixar, entre tantos outros, com destaque para  Nick Park, explicando características ocidentais e orientais presentes nos filmes. Quem visitar, poderá também, receber definições sobre esta arte cinematográfica, por exemplo, “A simples imagem visual reivindicando a vida e a ressonância emocional”. Ou visualizar melhor os “cronofotógrafos” (que observavam cientificamente a locomoção humana e animal) com um projetor “primitivo”, o Zooptaxiscope móvel. “Repositório da memória popular desde sua gênese”, “Interpretar o inconsciente coletivo”, “Facilitada pela persistência de métodos tradicionais de contar histórias… de nossa obsessão com a vida moderna”, “Atrair o público por personagens identificáveis, com personalidade mais sustentável, cujas motivações podiam amadurecer ao longo de filmes mais longos”, e por aí vai. Quanto aos super-heróis, diz-se, “personagens com poderes extraordinários, uma marca da animação pós-guerra”. E sobre a “competição” internacionalista: “Os americanos competem com os japoneses em variedade, profundidade psicológica e imaginação formal”. Mas nem tudo é perfeito nesta mostra. A iluminação é deficitária, atrapalhando e muito a leitura das legendas. Então, uma dica ao quem for assistir, leve um celular com  luz projetada e ou mesmo uma lanterna (dica de uma funcionária de lá). Dito isto, moviem-se!

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