ARTIGO


Por Fabricio Duque

Há algo de incomum com a iminência do dia chamado Sexta-Feira. O dia envolve-se numa aura especial de esperança. O sol brilha diferenciado. E o indivíduo, no meu caso, dá-se conta da magnitude existencial. Historicamente, o dia é considerado o último da semana da Criação do Ser Supremo (já que descansou no sábado – tendo o domingo como o primeiro dia). Isso para os religiosos. A sexta-feira antecipa o final de semana. Há a energia pós-apocalíptica do querer da diversão esperada.  Aos cinéfilos, a sexta-feira representa a atualização semanal dos filmes. É claro que o dia das estreias poderia ser outro, mas não é. A escolha privilegiou o final de semana. Há ainda a polêmica sexta-feira 13 que pode ser considerada como falta de sorte para alguns (por causa da Crucificação de Cristo e pelo Dilúvio), mas também pode ser um dia sortudo. Muitos filmes trabalharam o tema, gerando sucesso e milhões de dólares, como a franquia “Sexta-Feira 13”, que é quando acontecem as mortes e as vinganças de Jason Voorhees. Este artigo possui o intuito de homenagear este dia, que mexe de tão modo com o editor, que chega a injetar ânimo e curas milagrosas, como a sinusite. Estando cem por cento, peço aos leitores um pouco mais de paciência e compreensão a fim de que tudo atrasado seja escrito e atualizado. Muito obrigado e uma excelente SEXTA-FEIRA!

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