A Apresentação do Objetivo do Vertentes do Cinema

“Porque um dia é preciso parar de sonhar, tirar os planos das gavetas e, de algum modo, começar”, de Amyr Kink.

Ao se idealizar um plano de negócios, a cultura é o elemento mais importante a ser considerado, e quando o foco é o compartilhamento da crítica cinematográfica, essa característica citada anteriormente torna-se essencial e vital para acontecer e se desenvolver de forma equilibrada e plana, claro, que respeitando as especificidades do produto. Até porque, todo conteúdo preza o usuário, proclamando-se assim nossa missão principal, autêntica, íntegra, comunicativa e de excelência subjetiva, este último adjetivo por representar a totalidade de nossos colaboradores/funcionários. Nós, do site Vertentes do Cinema acreditamos piamente na autonomia do pensamento, de começar a partir de noções primitivas, de não permitir que nos acomodemos, e também não alimentar a irrelevância com o passar do tempo. Apostamos muito no futuro com transparência, compartilhamento de ideias e toda cultura que contribua para as diversas situações que acreditamos e idealizamos em um projeto viável, simples sem ser simplista e que com voz a nosso público alvo que deseja consumir informação especializada (mas não inatingível).

Um Pouco de História

Em 17 de setembro de 2009, semanas antes do Festival do Rio, nascia o Vertentes do Cinema, um blog de opiniões críticas sobre filmes, com o objetivo inicial de documentar percepções e análises. Foi um trabalho de formiguinha, desde propagandas impressas em uma jato de tinta e fotografias digitais de espectadores, a fim de divulgar as primeiras postagens. O apoio tornou-se essencial. Agradeço a confiança de todos e cada um sabe o valor que tem aqui neste espaço. Em três anos, o blog site VERTENTES DO CINEMA trabalhou para que o conteúdo fosse mais importante do que a estética, sem esquecer de uma diagramação prática e sem poluições visuais.


Críticos Oficiais


FABRICIO DUQUE

Fabrício DuqueEditor Geral. Crítico. Faz tudo. 

Um jornalista apaixonado por cinema que resolveu criar um espaço com o objetivo de mostrar subjetividades a quem também é louco por filmes. Aqui se encontra o passaporte, não pretensioso, nem arrogante, ao mundo da cinefilia. O leitor é respeitado e encontrará uma nova opinião sobre a sétima arte com muita informação, dicas, estreias, especiais, curiosidades, entrevistas, vídeos e a análise detalhada dos filmes propriamente ditos. É um meio para segmentar e trocar informações.

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FRANCISCO CARBONE

FRANCISCO CARBONECrítico. 

Cobertura: Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e Mostra Tiradentes.

“Inquieto. Romântico. Infantil. Compenetrado. Ridículo. Apaixonado. Profundo. Bobo. Assustador. Raro. Envolvente. Sedutor. Sincero. Impressionante. Isso tudo e muito mais é o que procuro no cinema. Mas eu sou mais que um cinéfilo, também sou um cara muito ranzinza que sonha com um passado inexistente, e cria um futuro alucinógeno. E isso tudo é só a ponta do icebergue…”, auto define-se.

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Críticos Colaboradores (os que passaram por aqui)


MARISE CARPENTER

marise

Crítica.

É uma apaixonada por cinema, por fotografia e por imagem. Frequenta o Festival (do Rio) desde o primeiro ano, quando ainda se chamava Mostra do Rio. Irá expôr percepções, respeitando tanto o diretor quanto os leitores, de forma sucinta e sem acabar com a surpresa do espectador cinéfilo: contar o final do filme.

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NARDA STAEL

Narda StaelCrítica.

Jornalista renomada. Trabalhou como Radialista na Rádio Uerj. No momento é Assessora de Imprensa da Fênix Filmes. Cinéfila de carteirinha. Uma apaixonada pela sétima arte que vê no cinema uma maneira lúdica de se contar a história do mundo. Aqui nesta coluna o leitor vai encontrar uma opinião sem preconceitos sobre os mais diversos segmentos das produções cinematográficas nacionais e internacionais.

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BRUNO DE SOUZA

Bruno SouzaCrítico.

Cineasta, crítico e pesquisador. Ele acredita que o cinema é a “máquina” mais próxima de traduzir os sonhos em realidade, sendo assim um grande extensor do real. E afinal o que é real? O real seria apenas aquilo que vivemos, ou tudo que povoa nossa mente como sonhos, desejos e delírios também? Como já teorizou Buñuel, o responsável pelo surrealismo. Esta e outras discussões são constantes de sua mente e alma, fazendo com que sua existência tente achar algumas explicações da vida e da arte, que traduz em palavras críticas.

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CRISTIANO AIRES

Cristiano AresCrítico.

Jornalista com especialização em jornalismo cultural e um profissional amante das artes, sobretudo o cinema. E que busca através de tal segmento, a maneira mais leve para discutir pontos importantes das relações humanas e como a sétima arte pode contribuir para a reflexão do espectador, aliada ao entretenimento.

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PHILIPPE TORRES

Philippe TorresCrítico.

Ao falar de cinema, ele buscou avaliar a arte cinematográfica, usando argumentos e subjetividade, é claro, não pretendendo agradar se o filme realmente não for bom. Seus filmes Favoritos são “Persona” (Bergman); “As Pequenas Margaridas” (Vera Chytilová) e “Primavera, Verão, Outono, Inverno e … Primavera” (Kim ki Duk) e tantos outros. Sua pesquisa envolve o Expressionismo Alemão, Cinema Nazista e Máscaras no Cinema, este último tendo como ponto de partida o filme “Persona”.

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As Metas do Vertentes do Cinema

“Uma ação só poderá ser decisiva se for decidida”, de Ollivier Pourriol.

Assim, estabelecemos metas e um mapa dos produtos que trarão uma competência divertida.  Quando dizemos diversão, queremos agregar a paixão incondicional de nossos críticos-jornalistas pela Sétima Arte. Só o Cinema possibilita transcender horários, sacrificar a família e a vida pelo trabalho, e não vemos isso como uma escravidão. Pelo contrário, é uma libertação decidida e aceitada sobre o estilo de vida que querem ter e conjugar. É fato que os humanos são territoriais por natureza, e é a habilidade identificável individual que motiva e estimula os próprios quereres. Por exemplo, assistir três ou quatro filmes por dia, ler os catálogos informativos, participar das coletivas de imprensa e escrever sobre eles no mesmo dia não é para qualquer um. Tem que existir o amor pleno, assim como toda e qualquer profissão. Sempre há uma maneira mais eficiente, mais uma forma de se contar uma história e mais uma solução.

“Você concorda em ter dias longos, noites sem dormir e talvez perder algumas festas de aniversário. Vai contratar pessoas que precisam acreditar em você e na sua ideia a ponto de estarem dispostas a fazer os mesmos sacrifícios. Para realizar seus objetivos, você terá que ser louco o suficiente para achar que terá êxito, mas são o bastante para concretizá-los. Isso exige comprometimento, tenacidade e, acima de tudo, obstinação. Quando os chefes de carro de combate entram em batalha, eles gritam “Ah’cha’rye (Siga-me)”, disse Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg.

Nossa Equipe de Produção

“A necessidade de sobreviver e o senso de realização são importantes fatores motivadores. A solução da maior parte dos problemas está em nós”, de Amyr Klink.

Nós não buscamos profissionais trapaceiros, que podem ser entendidos como preguiçosos,  de pouca integridade, egoístas, com ciúmes do sucesso do colega e levar o crédito pelo trabalho de outra pessoa. Não. Estes nós os cortamos com rapidez e sem hesitação. E sim, desejamos a soma de caracteres de maior impacto de uma equipe pequena com alta excepcionalidade, e também da arrogância, consequência natural do sucesso, vide a estrutura da cinefilia francesa da Nouvelle Vague, conduzidos por François Truffaut e Jean-Luc Godard. Então, com a coragem de correr riscos, unimos nossa equipe, os “criativos inteligentes” a alcançar os objetivos, os baseando em grandes inspirações técnicas de melhoria contínua, de inovação combinatória, e acima de tudo, criar produtos melhores. Nos especializamos buscando o potencial de expansão. Conteúdo humano em uma plataforma aberta e acolhedora.

Nossos Pensamentos

“Às vezes você consegue coisas espetaculares das pessoas sem pagar mais, com apenas um sorriso”, de Amyr Klink.

O clichê da frase “Pensamos fora da caixa” pode e deve ser aplicado nos princípios éticos-morais de nosso site. Nós achamos que registrar os valores exclusivos seria  bem mais útil que pensar exclusivamente em lucro. E, desta forma, quando a qualidade do produto prevalece é que galgamos o sucesso com base sólida e sem a necessidade de reconstruir pontos iniciais, não engessando o tempo futuro, tendo orgulho de nossos concorrente referenciais, mas não os seguindo.

As Vertentes

“A capacidade de buscar informações e aprender é que faz a diferença. E fazer bem feito o que se  faz hoje valorizando os detalhes da observação e a capacidade de se comunicar”, de Amyr Klink.

Nós, do Vertentes do Cinema, acreditamos em três poderosas vertentes: a de que a informação está gratuita e on-line; a de que mais indivíduos usam seus dispositivos móveis; e a de que quase tudo se encontra na internet. Esta “nevem” possibilita que pessoas possam guardar e acessar suas informações de qualquer lugar. A convergência é estratégia e essência do nosso site, que cada vez participa mais como um banco de dados de críticas de longas, médias e curta-metragens, conteúdos exclusivos, entrevistas e notícias sobre a arte cinematográfica. É um espaço para conversar sobre os filmes. É um meio para segmentar e trocar informações. Hoje, três fatores de produção tornaram-se mais baratos: informação, conectividade e poder computacional. Essa correria comunicativa gera efeitos perturbadores. Se antes, a ideia era na hipótese da escassez com suas barreiras de entrada, agora, o resultado fundamental é a excelência do produto. Os consumidores, que são os leitores-espectadores que escolhem seus filmes – entre tantas opções e tanta informação – após lerem críticas embasadas que respeitam suas inteligências, opiniões e comportamentos, em hipótese alguma, precisam ser podados. E tampouco, esse público quer que contemos nada, e sim, que estimulemos o questionamento do porquê que esta obra fílmica possui tanta importância. Assim, nós possamos não pretensiosamente obrigar, pelo contrário, o que queremos é formar novas opiniões neste desenvolvimento mais flexível e aprofundado. Não contar, mas mostrar o caminho.

Os Trabalhadores do Conhecimento

“Se você não envolve o seu esforço, é muito difícil que alguém vá apostar na sua ideia. O que sei é que a sinceridade do propósito do projeto tem que ser evidente, gritante”, de Amyr Klink.

O termo foi cunhado pelo guru da administração Peter Drucker, em 1959, no livro “Fronteiras do Amanhã”. Nós buscamos profissionais com um profundo conhecimento de inteligência analítica, competidora, inovadora, usuária, de muito trabalho, curiosa, questionadora, nunca satisfeita, arrojada, independente, acessível, meticulosa, expansiva, nunca limitadora e comunicativa. O candidato ideal tem paixão, intelecto, integridade e um ponto de vista único. E consiga “abrir o diafragma”. No Vertentes do Cinema, todos estão certos em seus ideais e em suas estruturas da escrita.

Nossos Princípios Otimizados

“O trabalho tem que ser uma complementação do bem-estar”, de Amyr Klink.

O Vertentes do Cinema emoldurou a estratégia em um projeto elaborado de acordo com as necessidades específicas do nosso site, mantemos a relevância, analisamos a viabilidade (conhecendo nossos limites e restrições), gerenciamos os riscos, listamos os benefícios, e tudo dentro do orçamento disponível, trabalhamos com dois tipos de resultados: orgânicos e patrocinados, sem, logicamente, alterar e ou deturpar a crença máxima da liberdade de expressão sem ofender e ou denegrir nenhum ser existente em nosso Universo. Nós focamos nas verificações constantes do tempo de carregamento das páginas; disposição das informações; e o caminho crítico do usuário até a meta.

O Papel da Crítica

“Se não existissem limites, seríamos vegetais. Na medida em que existem limites que podemos ultrapassar, a vida fica interessante”, de Amyr Klink.

A Crítica de Cinema é o exame de um filme, feito de modo a estabelecer um valor comparado a um objetivo final, que possui características discursivas próprias, e que segundo Fernão Ramos, evoluiu de modo empírico, no sentido de uma busca de respostas aos questionamentos “com base em evidências disponíveis fora dos limites da mente do observador” e “formulam suas interpretações a partir de evidência inter-subjetivamente disponível no texto”. E finaliza que “a crítica é uma arte, não uma ciência”. A credibilidade embasada é a partida e sua regra intrínseca. O Papel da Crítica não é apenas traçar um panorama crítico-cultural-comportamental-geográfico-territorial de um país, mas também por tentar identificar similaridades, diferenças e especificidades de uma “linguagem crítica”.

“Inovação implica na produção e na implementação de ideias novéis e úteis”, de ric Schmidt e Jonathan Rosenberg.

De acordo com Rachel Barreto (2005), não há como se analisar e discutir o cenário da crítica cinematográfica atual sem olhar sua origem e trajetória. Ela afirma que para “pensar a trajetória da crítica, devemos relacioná-la, ainda, à evolução dos leitores e espectadores e de suas formas de relação e contato com o cinema e o jornalismo”. Nesse sentido, a evolução histórica da crítica de cinema está intimamente associada ao próprio surgimento e evolução do jornalismo cultural. Não há uma data específica que indique o nascimento do jornalismo cultural. Ainda assim, segundo Daniel Piza, a criação, em 1711, da revista diária “The Spectator” por dois ensaístas ingleses, Richard Steele e Joseph Addison, foi um marco dos momentos iniciais do jornalismo cultural. A intenção da revista era levar para os clubes, assembleias e cafés londrinos a filosofia que permeava o ambiente acadêmico. Livros, óperas, música, teatro e política eram discutidos pela publicação num discurso espirituoso, reflexivo e acessível.

“A estética do cinema será social ou o cinema dispensará a estética”, disse o crítico de cinema francês André Bazin, há quinze anos escrevendo, “nunca indiferente, nunca cético”, disse François Truffaut, um ensaísta, crítico, polemista, virulento, e que desempenhou essas atividades com o mesmo prazer que tinha ao dirigir um filme.

Segundo Mariana Cardoso, os artigos opinativos ainda eram uma das principais forças do jornalismo cultural, cenário que perdurou até o fim do século XIX, quando as críticas de arte conquistaram, inicialmente na França, um maior espaço nas publicações. É nas primeiras décadas do século XX que o jornalismo cultural começa a ganhar força no Brasil, tornando-se veículo para futuros grandes escritores nacionais que iniciaram a carreira como críticos culturais, entre eles Machado de Assis e José Veríssimo, este o grande crítico do período. A crítica foi ligada a uma função pedagógica, moldando o gosto da sociedade, “aliada a uma função recreativa, sendo a continuação do prazer dos espetáculos ou, para aqueles que não tinham acesso a eles, seu substituto” (BARRETO, 2005, p.13). O crítico profissional ganhou mais espaço nos jornais e revistas após a geração de Machado de Assis e José Veríssimo. Esse crítico “não só analisa as obras importantes a cada lançamento, mas também reflete sobre a cena literária e cultural” (PIZA, 2003, p.32).

A revista O Cruzeiro, em 1928, é destacada como um dos marcos do jornalismo cultural no país. Sua linha editorial era voltada às crônicas e a crítica literária. Raquel de Queiroz, José Lins do Rego e Vinícius de Morais estavam entre os renomados colaboradores da publicação. Segundo Cardoso (2010), a realidade política, econômica e social do Brasil nos anos de 1950, juntamente ao reconhecimento do cinema como arte, foram contribuições primordiais para o auge da crítica cinematográfica no país. Aliado ao cenário nacional, destacam-se influências externas como a era de ouro de Hollywood, o neorrealismo italiano – responsável por revolucionar a estética do cinema ao adotar locações reais e atores não profissionais no final da década de 40 – bem como o revisionismo da crítica cinematográfica promovido por críticos daquele país e a criação, em 1951, da revista Cahiers du Cinéma pelo crítico e teórico André Bazin. Nas décadas seguintes, a expansão da crítica segue seu curso ascendente, alavancada por novos avanços tecnológicos e de linguagem que propiciaram ao cinema um dos momentos mais ricos de sua história.

Daniel Piza (2003, p. 07) acredita não se tratar apenas de uma perda de espaço, mas também “de uma perda de consistência e ousadia e, como causa e efeito, uma perda de influência”. E com o intuito de recuperar, não de forma saudosista, a essência da Crítica de Cinema é que criamos este espaço. Nós acreditamos que as obras cinematográficas documentam e retratam épocas, comportamentos, transformações, modas, ações e acontecimentos históricos. O CINEMA é a arte mais completa que existe, porque mescla fotografia, imagem, música, som, vozes, diálogos, narrativas, ideias, liberdades, idiossincrasias, e todo os elementos culturais de povos retratados.

A Essência do Vertentes do Cinema

O Vertentes do Cinema é um espaço que tem como objetivo mostrar subjetividades a quem também é louco por filmes. Aqui se encontra o passaporte, não pretensioso, ao mundo da cinefilia. O leitor é respeitado e encontrará uma nova opinião sobre a sétima arte com informação, dicas, estreias, especiais, curiosidades, entrevistas, vídeos e a análise detalhada dos filmes propriamente ditos. É um meio para segmentar e trocar informações. Nós entendemos nosso contexto.

O Público-Alvo

O Vertentes do Cinema tem como característica intrínseca a de não limitar a um determinado público. Porque, nós do site, que possuímos um amor incondicional ao cinema, acreditamos que  é possibilitado a todo e qualquer ser humano o direito de “acordar” gostos e vontades por filmes mais autorais, sem que se exclue as investidas assistidas aos filmes comerciais. Por exemplo, há um caso de um produtor carioca, ultra mega independente, que era atleta do judô, e por causa de uma lesão que o tirou dos jogos olímpicos, abriu uma produtora com filmes de esportes. Neste processo, ele, chamado Cavi Borges, percebeu o filão ao observar que cinéfilos de plantão alugavam obras cinematográficas clássicas. Sua curiosidade fez com que começasse a assistir aos mesmos filmes que alugava e assim, foi despertado à lapidação mais sensível desta arte que inclui exemplos iranianos monocromáticos de silêncios devastadores em longos períodos que chegam a durar sete horas. Se precisarmos resumir o público alvo, então poderemos defini-lo como curiosos, cinéfilos, ou espectadores ao acaso.

“O espectador não entra na escuridão e no anonimato confortável do cinema como num túmulo, colocando sua vida entre parênteses enquanto dura a projeção. Duvidar quando era preciso, crer quando era preciso, e sempre certificar-se de si. É uma espécie de autismo intelectual”, de Ollivier Pourriol.

O Que Se Quer Passar Com a Logo

A logo necessita ser leve, livre, simples, contínua, rebuscada, não elitista. Mas também não ser altamente popular. Precisa ter uma elegância naturalista, espontânea, de essência cinematográfica, como se sempre buscasse algo mais, sempre mais informações, e que nunca seja limitada, como fechar linhas em pequenos espaços. Trocando em miúdos, uma linha contínua, arrendada, como se fosse os rolos de uma película cinematográfica que saem de uma câmera estilizada que parece estar sempre em movimento.

As Cores

As cores primárias do Vertentes do Cinema são preto e vermelho. O primeiro representa o classicismo nostálgico da história do cinema. Já o vermelho representa a paixão incondicional. A chama que nunca acaba. O fogo que corrói a vontade de sair de casa em um dia frio, ou até mesmo chuvoso, ou até mesmo com alagamentos torrenciais para unicamente assistir a um filme que já se viu mais de dez vezes. É o amor puro, sem ressalvas, passional, como um filme de Almodóvar, que une elegância com cotidiano espontâneo. Amor e técnica. Sangue e razão. Lógica e descontrole.

As Formas

Como já foi explicado, as formas tem que ser livres, leves e fornecer continuidade. Não aos triângulos e aos quadrados. Nada que feche, que limite, que mitigue, que prenda, que aprisione, que sufoque. E sim a tudo que liberte o ser (neste caso o espectador cinéfilo) de sua própria vontade. De seu querer mais íntimo. De seus instintos mais obscuros. E ao mesmo sendo celestial, puro, único, excessivamente magistral, verborrágico, hiperbólico, e que cause uma esperança desesperadora, de se entregar sem limites, sem ressalvas, a um mundo mágico, lúdico, louco, libertário, transgressor, iluminado, nostálgico, amigo, confrontador, impuro, sacana, decisório, burlesco, animador, excitante, e inesperadamente perturbador.

Principais Visualizações

A logo será usada no site (computador, tablet, celular e aplicativo), nos documentos oficiais como envelopes, cartas, folhas timbradas, etiquetas, cartões de visita. E também em revista digital, revista impressa, vídeos exclusivos e comercial de televisão. Portanto, há necessidade de integrar funcionalidade, leveza, compatibilidade, que seja agradável aos olhos, que crie identificação, amizade, cumplicidade, e definitivamente uma aura de credibilidade.

“O Cinema nos salva do tédio e da indigente realidade do mundo moderno. Seus costumes vigentes. Para Descartes, do domínio do pensamento ao da ação, os valores se invertem”, de Ollivier Pourriol.

Arquitetura Visual do Vertentes do Cinema

Depois de muito analisar a arquitetura da Home, nós percebemos que um dos objetivos essenciais e primordiais do Vertentes do Cinema, quase um conceito raiz, é simplificar ao máximo a busca, assim como Steve Jobs sempre pensou (vide o site que criou da Apple) e que dizia sempre que o cliente não sabia realmente o que queria e a Apple precisaria mostrar o caminho do querer. Então, nós buscamos a expressão do “menos é mais”, em que o público, que acessa o espaço, possa encontrar com rapidez e facilidade o que procura. E imaginando a arquitetura de vendas de um supermercado e ou uma loja de roupas, observamos também que este consumidor expande com mais itens a lista que organizou para comprar. Portanto, objetividade e marketing inteligente. Nosso conteúdo abordará diariamente CRÍTICAS DOS FILMES LONGAS E CURTAS-METRAGENS; ENTREVISTAS EM VÍDEO E TEXTO; FESTIVAIS DE CINEMA; NOTÍCIAS; PODCASTS; MOSTRAS DE CINEMA; CINECLUBES; EVENTOS; e muito mais.

“Só tem sorte quem busca. E trabalhar em algo de que se goste, essa é a minha mensagem. O simples fato de plantar vale a pena”, de Amyr Klink. E assim, concluímos que todos nós do Vertentes do Cinema investimos garra, força, vontade, paixão, suor, tudo pelo amor incondicional ao Cinema. E nós damos a cada fruto, um sentido, um caminho, uma vertente.

Bibliografia

“O TEXTO E A FORMA DA CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA: UM ESTUDO COMPARATIVO EM DIFERENTES MEIOS”. de MARDEN RICARDO LEITE CHAVES. Viçosa-MG – Curso de Comunicação Social – Jornalismo – 2013;

“COMO O GOOGLE FUNCIONA”, de ERIC SCHMIDT e JONATHAN ROSENBERG – Editora Intrínseca, 2014;

“VERTENTES DO CINEMA”, site criado em 2009 (www.vertentesdocinema.com.br)

“GESTÃO DE SONHOS – RISCOS E OPORTUNIDADES”, de AMYR KLINK – Editora Casa da Qualidade, 2000;

“SEO – OTIMIZAÇÃO DE SITES: APLICANDO TÉCNICAS DE OTIMIZAÇÃO DE SITES COM UMA ABORDAGEM PRÁTICA”, de ERICK BELTRAMI FORMAGGIO – Editora Brasport, 2010;

“O PRAZER DOS OLHOS – ESCRITOS SOBRE CINEMA”, de FRANÇOIS TRUFFAUT – Editora Jorge Zahar Editor, 2000;

“CINEFILÔ – AS MAIS BELAS QUESTÕES DA FILOSOFIA NO CINEMA”, de OLLIVIER POURRIOL – Editora Zahar, 2008;

“O CINEMA E A PRODUÇÃO – PARA QUEM GOSTA, FAZ OU QUER FAZER CINEMA”, de CHRIS RODRIGUES – Editora Lamparina, 2007.

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