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Foto oficial de Christophe Bouillon


Mais prêmios do Festival de Cannes 2017 foram laureados neste sábado 27 de maio

Por Fabricio Duque

Durante o Festival de Cannes 2017


Un Certain Regard

O júri teve como presidente a atriz americana Uma Thurman, e se juntando, para escolher os “melhores” entre os filmes selecionados, o diretor egípsio Mohamed Diab, o ator francês Reda Kateb, o diretor belga Joachim Lafosse e a diretora artística do Karlovy Vary Film Festival, da República Tcheca, Karel Och (artistic director of the Karlovy Vary Film Festival .

“Nós sentimos eterna gratidão de termos tido a honra de participar do júri desta edição histórica do aniversário de 70 anos do Festival de Cannes. Nós estamos orgulhosos em apresentar, esteticamente, uma diversa e bonita lista de prêmios do Un Certain Regard”, disseram.

Prêmio Un Certain Regard
Lerd (A Man of Integrity)”, de Mohammad Rasoulof

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Prêmio de Melhor Atriz
Jasmine Trinca, por “Fortunata”, de Sergio Castellitto

Prêmio de Melhor Narrativa Poética
Barbara”, de Mathieu Amalric

Prêmio de Melhor Direção
Taylor Sheridan, por “Wind River

Prêmio do Júri
Las Hijas de Abril”, de Michel Franco


Nota do Vertentes do Cinema. Sim e não. Nós concordamos com três prêmios apenas. Sim, “Lerd” é um dos melhores filmes da mostra. “Las Hijas de Abril”, uma obra-prima. “Barbara” tem a estética visual para retratar uma biografia de uma artista. Mas “Fortunata” e “Wind River”? Não. Um, da Universal Pictures, usa o de mais clichê e palatável da cinematografia italiana. O outro, que ficou conhecido como o filme do tiroteiro, tem o ator hollywoodiano Jeremy Renner, e como a presidência é Uma Thurman, isto pode ter ajudado na escolha.


Fipresci Prize
Prêmio Internacional dos Críticos do Festival de Cannes

O júri presidido pela americana Alissa Simon, contou com o francês Thomas Aïdan, o brasileiro Rodrigo Fonseca, a francesa Barbara Lorey de Lacharrière, o canadense Pierre Pageau, a espanhola Eva Peydró, a italiana Silvana Silvestri, o normando Mode Steinkjer e o indiano Vidyashankar Jois.

 

Seleção Oficial Competição

120 Battements Par Minute”, do francês Robin Campillo
“Um filme sobre amor. Um filme sobre vida. A Vida que é mais forte que a morte. Um filme como um vislumbre de esperança”.

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Un Certain Regard

Tesnota (Closeness)”, do russo Kantemir Balagov
“Uma nova voz impressionante que fornece um retrato intimista de um comunidade fechada. Um cinema completo”

Primeiro ou Segundo filme nas seções paralelas, Director’s Fortnight (Quinzena dos Realizadores) ou a Semana da Crítica

A Fábrica do Nada”, do português Pedro Pinho
“Um evocativo filme ativista que golpeia os limites entre realidade, ficção, teatro e um discurso sociológico conduzindo a uma inquietante e provocativa experiência cinematográfica”

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Jury œcuménique 2017
O prêmio Ecumênico

O júri composto pela presidente, a francesa Denyse Muller, e da italiana Gaëlle Courtens, o alemão Andreas Engelschalk, o belga Jos Horemans, o espanhol Benjamim Lorenzo Sanchez e a francesa Valérie de Marnhac.

 

Hikari (Radiance)”, de Naomi Kawase
“Misako, uma jovem que fornece audio-descrição, faz filmes mais acessíveis para pessoas cegas. Isso é pela poesia. Sua obra-prima nos permite prestar mais atenção, assistir e ouvir o mundo a nosso redor. O filme permite novas discussões e inspira uma expansão da mente para melhor entender os outros. Hikari explora a responsabilidade, resiliência, esperança, e a possibilidade, mesmo para aqueles no escuro, ver a luz”.

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L’ŒIL D’OR
Prêmio Olho de Ouro de Melhor Documentário (“politicamente incorreto”) foi criado em 2015 (fornecido a “Allende, Meu Avô”, de Marcia Tambutti Allende), está então este ano em sua terceira edição. O premiado recebe cinco mil euros. Ano passado, “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, venceu na categoria. No júri deste ano, a atriz e realizadora francesa Sandrine Bonnaire foi a presidente junto com a diretora americana Lucy Walker, o crítico italiano de cinema Lorenzo Codelli, o diretor israelense Dror Moreh, e o americano Thom Powers, responsável pela programação do Festival de Toronto.

Visages, villages”, de Agnès Varda et JR


Cinéfondation

Primeiro Prêmio
Paul Est Là”, de Valentina Maurel (Insas, Bélgica)

Segundo Prêmio
Heyvan”, de Bahram & Bahman (Iranian National School of Cinema, Irã)

Terceiro Prêmio
Deux Égarés Sont Morts”, de Tommaso Usberti (La Fémis, França)

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