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Festival de Cannes 2017: “Happy End”


Do diretor austríaco Michael Haneke (de “A Fita Branca“, “Amor“, “Violência Gratuita”, “A Professora de Piano”, “Caché”, “Código Desconhecido”), 110 minutos. Com Isabelle Huppert, Toby Jones, Mathieu, Kassovitz, Jean-Louis Trintignant. Distribuição da Sony Pictures.

A crise migratória afeta de diferentes formas os membros de uma família moradora de um dos dos principais destinos de refugiados na Europa: a cidade portuária de Calais, no norte da França.

A atriz Isabelle Huppert disse sobre o filme: “Você já pode imaginar o que um filme de Michael Haneke chamado ‘Happy End’ pode ser. Você já pode imaginar que haverá uma certa ironia. Para mim, o título diz tudo sobre como lucidamente Haneke vê o mundo”.

“Happy End” integra a competição oficial a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2017. Aguarde a crítica!


Há quem tenha medo da mente do cineasta austríaco Michael Haneke, de 75 anos, nascido em Munique, no dia 23 de março de 1942, porque as imagens, que cria, geralmente, são perturbadoras, com ou sem violência gratuita, talvez pela junção de suas profissões, psicólogo e filósofo. Talvez não. Talvez expurgue de forma catártica a mesquinhez, decadência e estágios intrínsecos da natureza humana. Leia mais sobre “O Cinema de Michael Haneke“.

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