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Os Premiados do Troféu Vertentes do Cinema


Antes de mais nada, nós precisamos esclarecer que prêmios são meramente simbólicos. Sabemos que escolher um filme em prol do outro limita possibilidades existenciais. Cada obra é única e particular em sua essência, e todas, mesmo as mais estranhas e ruins são apenas elucubrações subjetivas de identificação pessoal pelas interferências ao nosso redor.

Dito isso, ainda que quebrando paradigmas e opiniões do Vertentes do Cinema, resolvemos, mesmo assim, premiar os que mais causaram impacto pela sinestesia do momento vivenciado.

O Troféu Vertentes do Cinema escolhe dois prêmios oficiais (estes que levarão o Troféu físico), possibilitando ainda vertenteiras Menções Honrosas. O artista plástico carioca Raphael Cavalcanti, que só trabalha com material reciclado de todos os tipos (cabos de telefone, tampa do chocolate alpino, carretel de fios de cobre), e sempre diz que “nenhuma obra dele é igual, porque é arte, e arte não é igual, se for vira industrial”, criou o modelo único do nosso Troféu simbólico (ainda não oneroso).


A Lista dos Premiados

(lembrando que ao final desta matéria, o espectador-leitor-cinéfilo pode conferir as críticas completas dos contemplados)

TROFÉU VERTENTES DO CINEMA: MELHOR LONGA-METRAGEM
(“Pela inovação em respeitar as próprias ideias. Pela catarse alucinógena e sensorial que transmite ao público. Pela radicalidade em acreditar no próprio cinema. Pela liberdade de criar um gênero único mesclado de outros e ainda assim continuar com o conceito autoral.”)

“O Estranho Caso de Ezequiel”, de Guto Parente.


MENÇÃO HONROSA LONGA-METRAGEM
(“Pelo construção de um tempo narrativo pausado, espontâneo e naturalista. Pelos silêncios que se traduzem na própria vida-existência. Pela articulação metódica da montagem. Pela liberdade poética das imagens que se bastam na contemplação visual.”)

“Interlúdio”, de Gabraz Sanna


TROFÉU VERTENTES DO CINEMA: MELHOR CURTA-METRAGEM
(“Pela criativa inovação de linguagem, pela criação de uma narrativa verdadeiramente original conseguida através de uma plataforma de busca, pela união de diversos temas linkados de importante relevância através de uma sensibilidade altamente tecnológica.”, por Francisco Carbone)

“Nunca é Noite no Mapa”, de Ernesto de Carvalho


MENÇÃO HONROSA CURTA-METRAGEM
(“Pela utilização moderna do realismo extremo, pelas camadas de subtexto que as cenas alcançam gradativamente, pela mistura meticulosa entre o clássico e o moderno.”, por Francisco Carbone)

“Eclipse Solar”, de Rodrigo de Oliveira

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