Por Fabricio Duque
Direto do Festival de Cannes 2015

Confesso que em hipótese alguma fui com má vontade assistir ao novo filme da saga “MAD MAX”. Mas realmente não é bom no quesito conteúdo narrativo. Antes que algum fã ferrenho venha “tentar quebrar meus ossos”, já explico que a experiência não passa de uma apoteótica “suruba” visual. É muito tiro, porrada, bomba, com gatilhos comuns da manipulação cliché de se utilizar artifícios factoides. Realmente devo ser o único que não teve o menor estímulo para aplaudir. O Palácio aqui de Cannes chegou a positivamente levantar, de tanta euforia. Também não posso negar que o filme seja de todo ruim. A fotografia é incrivelmente espectacular, mas um filme não se segura apenas por um elemento. Apesar de reiterando dizer que mais uma vez é muito muito boa. Sem culpa por ser redundante. É realmente o apocalipse chegou. Para o cinema. Aguarde a crítica completa! Até porque assistirei de novo para que possa fornecer uma “segunda chance”, visto a “enxurrada” de positividades satisfatórias, gerando a expressões de “orgasmos visuais”. Realizada inicialmente em 15/05/2015 e complementada em 27/05/2015.

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