“Visão jovial da morte”

A opinião (por Marise Carpenter)

O mais novo filme de Gus Van Sant, de uma delicada beleza ao tratar o tema da morte ao colocar dois jovens lindos e aparentemente cheios de vida como protagonistas. Aparentemente porque a ele, lhe falta vida anterior e a ela, lhe falta vida posterior. No meio do caminho eles se encontram para um ajudar o outro nesse percurso inverso. Um filme que vamos assistir sabendo que vamos sofrer é uma dor incrível. Sofremos junto com eles e choramos junto com ele. Ela, nos dá força para continuarmos assistindo, por incrível que pareça. E aí está mais uma sutil beleza do filme e a marca do diretor que não faz filmes piegas. Um filme que nos ajuda a crescer com sua profunda visão jovial da morte, homenageada com docinhos, sanduichinhos e sorriso da mais pura ternura de amor.

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