“O filme é da mãe judia”

A opinião (por Marise Carpenter)

Filme de grande força de roteiro e direção. Uma trama muito bem contada e desempenhada pelos atores. Tudo no seu tempo vai acontecendo e mexendo com o expectador que fica do lado de cá torcendo e pensando como ele vai se sair dessa? Mas, aí, entra em ação a mãe judia que deixa Naomi só no título. Todo o filme é resolvido por uma única ação da mãe judia. Mais um filme de amor e por amor: da mãe pelo filho, do filho pela esposa. Um tipo de amor herdado, cego e incondicional que o filho aproveita a ocasião pessoal para também vingar o pai. Mas em meio a tantos sofrimentos nem a salvação trás felicidade.

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