“Raios que o parta”

A opinião (por Marise Carpenter)

O filme retrata um período da vida do filho mais velho do ditador Saddan Husseim, época em que Baghdad era o centro da corrupção no Oriente Médio e Uday Husseim era louco. Filme de um ritmo frenético para poder mostrar o frenesi do diabo. Com todo o poder nas mãos Uday comete as piores atrocidades e uma delas é obrigar um oficial do exército iraquiano a ser seu sósia. Uma vida no inferno cercada de luxo por todos os lados assim se transforma a vida de Latif. Sem saída, ele é obrigado a se passar pelo outro e quando tenta fugir da “disciplina”, tem Uday para lhe ensinar. Com uma direção firme e forte, atores excelentes, o filme passa por nossa vista como um raio. Não dá nem para piscar. Raios que o parta.

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