“Porém, não desaparecem”

A opinião (por Marise Carpenter)

As velhas e fortes mazelas judias de todos os tempos que assombrarão por toda a eternidade os judeus. E o mundo, através do cinema. Vinte anos depois de serem vítimas do “Estuprador Educado”, as duas protagonistas se reencontram e as lembranças vem à tona. Com imagens de arquivo, o filme baseado em fatos reais trás até nós mais uma história do cinema israelense com atuação da excelente atriz Ronit Elkabetz. O filme é chuvoso, escuro, sóbrio. Questiona a pena do estuprador, o tempo de prisão, se ainda está preso, os males por que também passou na vida. Se livrarem das lembranças e do mal ocasionado é necessário fazer uma hierarquia de espeto, como se fossem bois assando e rodando e assando e rodando até virarem cinza.

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