Ricardo da Silva Tavares Pereira, nasceu em Lisboa, 14 de Setembro de 1979, é um ator português. Viveu em Casal de Cambra, concelho de Sintra. Aluno do Liceu Camões, frequentou o curso de Psicologia na Universidade Lusófona. Na televisão fez “Como uma onda” e “Negócio da China”, alguns exemplos. No Cinema, “Amália”, “Sonhos e desejos” e “Crime do Padre Amaro”, entre outros.

VC: Você escolhe os filmes baseando-se na crítica?
RP: É muito interessante a gente escutar ou ler sobre o filme que vamos ver. Seja em Portugal, Brasil ou em qualquer lugar do mundo. A crítica é uma crítica. Um olhar sobre o filme, às vezes pode ser correto, pode ser incorreto, mas temos que escutar por ser tão importante, mesmo construtivas ou destrutivas. Eu gosto de ler uma critica antes de ver um filme. Não que isso me proíba mentalmente, intelectualmente de ir assistir. Vou ser sincero, gosto do boca-a-boca, mas gosto também da opinião de quem entende de cinema, de uma época de cinema e do que está falando também. Bipolaridade para absorver o que foi falado sobre o filme.
VC: Como funciona a sua escolha: pelo todo ou prefere elementos cinematográficos (roteiro, fotografia etc.)?
RP: Muito o diretor. Acabo seguindo. Às vezes gosto muito de uma fase dele. Depois a temática, historia sobre o que é. Por incrível que pareça, em último lugar é o ator, não é minha prioridade.
VC: Qual foi o último filme que assistiu no cinema?
RP: O filme do meu amigo, “Complexo: Universo Paralelo”, um olhar super bacana e uma forma de dirigir o documentário de uma forma super interessante, profunda, muito sensível e muito bem feita para quem lutar tanto para atingir esse fim. Parabéns pra ele! Eu quero muito ver “Somewhere”, da Sophia Coppola. E estou entusiasmado com “Bróder”. Eu estava no Festival de Gramado quando ele ganhou o prêmio.
VC: OBRIGADO!

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