Flávio Bauraqui, nasceu em Santa Maria, março de 1966, é ator. Fez teatro em sua cidade e natal e, na capital Porto Alegre, antes de ir para o Rio de Janeiro em 1993, onde chegou a trabalhar até como porteiro para conseguir se sustentar. Considera-se um autodidata, porque construiu sua carreira antes de ter suas primeiras oficinas de interpretação, canto ou dança. No cinema, fez “Madame Satã”, “Cafundó”, “Quincas Berro D’água”, “Mutum”, “Noel”, entre outros. Está apresentando seu mais recente trabalho, “O Senhor do Labirinto”, que compõe a mostra competitiva de ficção.

VC: Você escolhe os filmes baseando-se na crítica?
FB: Eu respeito os críticos pelas críticas lindas. Uma crítica bem escrita, que legal, isso vai me servir para outras coisas. Eu não seleciono filmes por causa disso não. A crítica especializada e a informal são formas e olhares diferentes.
VC: Como funciona a sua escolha: pelo todo ou prefere elementos cinematográficos (roteiro, fotografia etc.)?
FB: É o conjunto. Cinema é a equipe como uma coisa única. Sabe o holla do futebol, a galera do estádio, a energia que buzina uma única voz. Toda a equipe vira uma holla. Aí acontece o filme. Ou não.
VC: Qual foi o último filme que assistiu no cinema?
FB: Eu não lembro mesmo que pergunta difícil. O mais aguardado é “ O Senhor do Labirinto” (risos – ele é o ator principal).
VC: OBRIGADO!

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