Ingra de Souza Liberato, nasceu em Salvador, 21 de setembro de 1966, é atriz. Filha de cineastas, Ela estreou no cinema aos 7 anos de idade, fazendo o papel de uma sereia no curta Ementário (1973), dirigido por seu pai Chico Liberato com roteiro de sua mãe Alba Liberato. Na televisão, “Pantanal” e “A História de Ana Raio e Zé Trovão”. Em 2007, recebeu o prêmio Kikito na categoria melhor atriz por sua atuação no filme “Valsa para Bruno Stein” no Festival de Gramado.

VC: Você escolhe os filmes baseando-se na crítica?
IG: Eu costumo observar as duas críticas. Leio de jornal, mas o que é mais forte é de alguém que conheço que viu. Claro, a de alguns críticos, que eu confio no que eles dizem. Mas não todas. Algumas notinhas de jornal, eu já comprovei que não mereciam créditos. Eu busco a referência de alguém que já assistiu o filme. Eu dou muita importância à crítica, principalmente as que são feitas comigo (risos). Eu leio cada palavra. Crítica é uma coisa bem séria que merece atenção quando é bem feita.
VC: Como funciona a sua escolha: pelo todo ou prefere elementos cinematográficos (roteiro, fotografia etc.)?
IG: Se tem o diretor, ator ou história que me interessa, aí eu não sigo crítica nenhuma, eu vou ver de qualquer jeito. Se já teve algum destaque de premiação, pronto, já me chama a atenção. Cinema quase sempre vale a pena. Um tempo inspirador que você leva alguma coisa consigo.
VC: Qual foi o último filme que assistiu no cinema?
IG: “Julie & Julia”, eu amei esse filme. Meryl Streep é uma atriz que eu vou ver qualquer coisa que ela faça. Ela é incrível, na verdade falar dela é quase chover no molhado. Meryl surpreende, se reinventa. É um exemplo de atriz. Aguardo “Elvis e Madona”, porque eu gostei muito quando eu vi com uma platéia pequena. Quero vê-lo com a sessão cheia.
VC: OBRIGADO!

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